Política

Com LDO e reformas do Prodes e previdência, Câmara Municipal prevê início de recesso em 15 de julho

Lei sobre orçamento deve ser votada antes, mas demais reformulações podem ficar para o retorno dos trabalhos

Mayara Bueno Publicado em 21/06/2021, às 08h38

Vereadores de Campo Grande durante sessão extraordinária que ocorreu em janeiro deste ano
Vereadores de Campo Grande durante sessão extraordinária que ocorreu em janeiro deste ano - (Foto: Henrique Arakaki, Jornal Midiamax)

Os 29 vereadores de Campo Grande terão recesso parlamentar a partir de 15 de julho, de acordo com o presidente da Câmara Municipal, Carlão (PSB). Eles devem retornar ao trabalho em 29 do mesmo mês.

Desde o começo do ano, os parlamentares já fizeram tanto sessões retomatas, quanto presenciais, de acordo com o momento da pandemia de coronavírus. Atualmente, as reuniões são virtuais, apenas com os vereadores que integram a Mesa Diretora no plenarinho da Câmara Municipal. Os demais estão nos gabibnetes, escritórios, casas.

Antes de entrarem em recesso parlamentar, os vereadores terão de votar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias Anual) de 2021. O texto é da Prefeitura de Campo Grande e prevê receitas, investimentos e despesas do próximo ano. Com pouco menos de um mês para análise, ainda tramita projetos como as reformas da Previdência municipal e o Prodes (Programa de Desenvolvimento Econômico e Social de Campo Grande).

"Tem que ser analisado antes do recesso, mas ele não tranca a pauta. Conforme for, podemos analisar depois. Se as comissões entregarem bem arrumado, vai ter audiência, já teve da previdencia, várias reuniões, vamos ter condição de votar. Mas não tem aquela obrigação de votar até o recesso. Pode ser votada".

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