Política

Câmara de Dourados vai sugerir adequações na Central de Atendimento ao Cidadão

O presidente da Câmara de Dourados Laudir Munaretto (MDB) deve sugerir adequações na Central de Atendimento ao Cidadão. O encaminhamento foi sugerido após encontro com representantes do setor contábil do município nesta quarta-feira (27). A intenção, segundo o Legislativo, é melhorar e agilizar a prestação dos serviços oferecidos aos contribuintes douradenses, a partir das propo...

Marcos Morandi Publicado em 28/01/2021, às 07h55 - Atualizado às 07h57

Contabilistas apresentaram demandas e sugestões ao presidente da Câmara.(Foto: Valdenir Rodrigues)
Contabilistas apresentaram demandas e sugestões ao presidente da Câmara.(Foto: Valdenir Rodrigues) - Contabilistas apresentaram demandas e sugestões ao presidente da Câmara.(Foto: Valdenir Rodrigues)

O presidente da Câmara de Dourados Laudir Munaretto (MDB) deve sugerir adequações na Central de Atendimento ao Cidadão. O encaminhamento foi sugerido após encontro com representantes do setor contábil do município nesta quarta-feira (27).

A intenção, segundo o Legislativo, é melhorar e agilizar a prestação dos serviços oferecidos aos contribuintes douradenses, a partir das propostas apresentadas pelos contabilistas do município.

Segundo o presidente das Empresas de Contabilidade de Dourados, Francisco Cardoso, o horário reduzido para atendimento ao público e a indisponibilidade da emissão de alguns documentos online têm prejudicado a categoria.

“Nós somos a resposta do contribuinte e, desta forma, precisamos ter acesso facilitado para atender os nossos clientes com maior agilidade”, explicou Cardoso durante encontro com o Câmara.

A categoria também pontuou a necessidade da dispensa da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), exigida pela Seplan (Secretaria Municipal de Planejamento) para emissão e renovação do alvará de funcionamento dos estabelecimentos comerciais.

Para os profissionais, eles estão sendo prejudicados pela ausência de regulamentação e apontam a necessidade da desburocratização na emissão dos documentos. “As empresas formais muitas vezes são penalizadas, enquanto as informais continuam abrindo suas portas clandestinamente”, considera Cardoso.

Jornal Midiamax