Política

Técnicos da USP de São Carlos vão analisar equipamentos na CPI da Energisa

A USP (Universidade de São Paulo), do campus de São Carlos, são os técnicos que vão analisar os equipamentos na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Energisa, segundo anunciou nesta quinta-feira (20) o deputado estadual Felipe Orro (PSDB), presidente da Comissão. “Precisamos de técnicos para que façam aferições. Apresentamos um requerimento de uma empresa local […]

Evelin Cáceres Publicado em 20/02/2020, às 13h13

Reunião foi aberta nesta quarta para apresentação dos orçamentos (Wagner Guimarães, ALMS)
Reunião foi aberta nesta quarta para apresentação dos orçamentos (Wagner Guimarães, ALMS) - Reunião foi aberta nesta quarta para apresentação dos orçamentos (Wagner Guimarães, ALMS)

A USP (Universidade de São Paulo), do campus de São Carlos, são os técnicos que vão analisar os equipamentos na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Energisa, segundo anunciou nesta quinta-feira (20) o deputado estadual Felipe Orro (PSDB), presidente da Comissão.

“Precisamos de técnicos para que façam aferições. Apresentamos um requerimento de uma empresa local e o deputado Capitão Contar apresentou orçamento com a Universidade de São Paulo, do campus de São Carlos, a USP, para fazer as medições de relógios”, disse. O custo com os relógios ficou em torno de R$ 20 mil, segundo o deputado.

O deputado Capitão Contar, relator da CPI, detalhou a proposta apresentada, esclarecendo que ideia é sortear 200 relógios em Campo Grande para fazer a amostragem. Os relógios serão retirados das residências e substituídos por outros.

A perícia dos equipamentos recolhidos será feita na universidade que fica no interior de São Paulo e, a partir daí, os técnicos emitirão um laudo. “A instituição foi escolhida pelo seu nome, sua credibilidade e, principalmente, por não ter a influência do nosso poder estatal. Por isso escolhi em outra região, onde a Energisa não atua”, justificou.

Durante os debates, o deputado Barbosinha (DEM) reiterou a necessidade das perícias técnicas para o andamento dos trabalhos. “Precisamos ser objetivos e termos especialistas para dizer se os relógios estão corretos ou se apresentam variação. Essa CPI é eminentemente técnica. Precisamos de um técnico para dizer se isso que estamos discutindo tem consistência”, avaliou.

A próxima reunião da CPI acontece apenas após o Carnaval, em março. Após a saída do deputado João Henrique (PL), Evander Vendramini (PP) acompanhou reuniõs da Comissão, mas foi substituído por Lucas de Lima (SD).

Jornal Midiamax