Política

Câmara aprova ‘telemedicina’ para consultas de pacientes online durante pandemia

Foi aprovada em regime de urgência, na sessão desta quinta-feira da Câmara Municipal de Campo Grande, a previsão de ‘prática de telemedicina pelos médicos’ da rede pública de saúde, durante a situação de emergência causada pela pandemia do coronavírus, o Covid-19. De autoria da Enfermeira Cida Amaral (PSDB), a proposta prevê orientações e encaminhamentos de […]

Mayara Bueno Publicado em 14/05/2020, às 10h37

Câmara de Campo Grande entra de recesso parlamentar nesta semana. (Foto: Izaías Medeiros, CMCG, Arquivo).
Câmara de Campo Grande entra de recesso parlamentar nesta semana. (Foto: Izaías Medeiros, CMCG, Arquivo). - Câmara de Campo Grande entra de recesso parlamentar nesta semana. (Foto: Izaías Medeiros, CMCG, Arquivo).

Foi aprovada em regime de urgência, na sessão desta quinta-feira da Câmara Municipal de Campo Grande, a previsão de ‘prática de telemedicina pelos médicos’ da rede pública de saúde, durante a situação de emergência causada pela pandemia do coronavírus, o Covid-19.

De autoria da Enfermeira Cida Amaral (PSDB), a proposta prevê orientações e encaminhamentos de pacientes, monitoramento de parâmetros de saúde ou doença, troca de informações e opiniões entre médicos, para auxílio diagnóstico ou terapêutico – tudo à distância.

“É importante pontuar que o Conselho Federal de Medicina decidiu aperfeiçoar ao máximo a eficiência dos serviços médicos prestados e, em caráter de excepcionalidade e enquanto durar a batalha de combate ao contágio da Covid-19, reconhecer a possibilidade e a eticidade da utilização da telemedicina”, traz trecho da justificativa do projeto.

Ainda afirma que o atendimento médico deve ser de ‘excelência e presencialmente’, mas, por conta da pandemia e maior demanda de atendimento, ‘acreditamos que a telemedicina poderá somar esforços e diminuir a contaminação do vírus, como manterá o atendimento médico a população nos casos que tenham possibilidade tecnológica’.

O projeto de lei autoriza a possibilidade, mas não obriga o município a implantar esta medida, que ainda será analisada, podendo ser vetada ou sancionada pelo Executivo municipal.

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