Política

Após pandemia chegar a frigoríficos em MS, governo pede 80 kits de UTI para a JBS

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB), o secretário de Estado de Governo Eduardo Riedel e o secretário da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico Produção e Agricultura Familiar) Jaime Verruck participaram nesta quarta-feira (20) de reunião com a direção da JBS em Mato Grosso do Sul e solicitaram 80 kits de UTIs (Unidades de Terapia […]

Evelin Cáceres Publicado em 20/05/2020, às 12h26 - Atualizado em 17/07/2020, às 23h47

Foto: Divulgação | JBS
Foto: Divulgação | JBS - Foto: Divulgação | JBS

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB), o secretário de Estado de Governo Eduardo Riedel e o secretário da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico Produção e Agricultura Familiar) Jaime Verruck participaram nesta quarta-feira (20) de reunião com a direção da JBS em Mato Grosso do Sul e solicitaram 80 kits de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) após o novo coronavírus se tornar surto em algumas plantas frigoríficas do Estado.

De acordo com o secretário de Saúde Geraldo Resende, a direção da JBS está contribuindo significativamente para conter os surtos nas unidades. “Vamos reforçar e acrescer aos leitos já criados se essas unidades foram doadas, para conseguir atender a população de Mato Grosso do Sul na pandemia do Covid-19”, ressaltou.

O secretário lembra que de cada 100 infectados, cerca de 8 a 10 acabam precisando de internação em leitos de UTI. “Já haviam sido habilitados 157 leitos que foram construídos em parceria com os municípios. Com o aporte da União de mais 77 leitos nesta quarta, a microrregião de saúde sudoeste, que engloba cidades como Jardim e Bonito, terá 5 leitos de UTI”. Das 11 microrregiões, essa era a única sem leitos de alta complexidade no Estado.

Mesmo que Mato Grosso do Sul seja o Estado brasileiro com menor incidência de casos, é preciso seguir atento, mantendo distância social, lavando as mãos constantemente e usando máscaras nas ruas. Sempre que possível, é preferível ficar em casa porque cerca de 60% dos portadores do Covid-19 não tem nenhum sintoma, mas podem contaminar outras pessoas, principalmente idosos, complicando a saúde dos mais vulneráveis, que podem chegar a óbito após serem contaminados.

Jornal Midiamax