Política

Aos 56 anos, secretário do Solidariedade e líder sindical morre em Campo Grande

O secretário do Solidariedade e líder sindical, Adauto Almeida, morreu aos 56 anos. Devido a cirrose hepática, ele estava internado no hospital da Unimed em Campo Grande. Além de membro da executiva estadual do Solidariedade, Adauto era comerciário e farmacêutico. Paraense nascido em Nova Cantu, chegou em Mato Grosso do Sul em 1976. O velório […]

Dândara Genelhú Publicado em 12/06/2020, às 11h54

Secretário do Solidariedade e líder sindical morre em Campo Grande, aos 56 anos, Adauto Almeida. (Foto Divulgação)
Secretário do Solidariedade e líder sindical morre em Campo Grande, aos 56 anos, Adauto Almeida. (Foto Divulgação) - Secretário do Solidariedade e líder sindical morre em Campo Grande, aos 56 anos, Adauto Almeida. (Foto Divulgação)

O secretário do Solidariedade e líder sindical, Adauto Almeida, morreu aos 56 anos. Devido a cirrose hepática, ele estava internado no hospital da Unimed em Campo Grande.

Além de membro da executiva estadual do Solidariedade, Adauto era comerciário e farmacêutico. Paraense nascido em Nova Cantu, chegou em Mato Grosso do Sul em 1976.

O velório do líder sindical será será realizado no Cemitério Memorial Parque da Pax Real do Brasil. Em razão da pandemia do coronavírus, o velório deve ter duração de 2h. O enterro será realizado nesta sexta (12), das 11h30 às 13h30.
Além de deixar três filhos, Adauto deixa amigos e admiradores. Pessoas próximas à ele afirmam que o comerciante era alegre e comprometido com as causas sindicais, políticas e sociais.

Alegre e companheiro

Entre os que lamentaram o falecimento de Adauto, está diretor do SGI (Superintendência de Gestão da Informação) e liderança do Solidariedade, Alessandro Menezes. “Eu e o companheiro tivemos, por muito tempo, contatos profissionais sindicais e nosso relacionamento sempre foi dos melhores. Mesmo nos momentos que surgiam divergências, sempre se encontrava um parâmetro como saída, como solução”, lembra.

“Ele era uma pessoa digna, correta e preservava isso. Teve sempre bom exemplo como cidadão e era um líder sindical preocupado com sua categoria e com outros trabalhadores. Sentimos pela sua passagem prematura”, lamentou Alessandro. O jornalista e diretor presidente da TVE Cultura MS, Bosco Martins, lembrou que conheceu Adauto “na primeira campanha do governador Reinaldo Azambuja, ele já atuava na atividade sindical juntamente com Idelmar da Mota, presidente da Força Sindical. A partir daí nos tornamos grandes amigos, todos os anos se empenhava para realização da ” Festa do Trabalhador,” que acontece todo dia primeiro de maio”.

“Somos testemunhas, do seu desempenho na defesa dos direitos e das conquistas dos trabalhadores. Além de companheiro no movimento grande amigo, um homem de bem”, afirmou Bosco. O Presidente da Força Sindical, Idelmar da Mota, explicou que “este é um momento muito difícil. O Adauto sempre ajudou todo mundo. Era muito íntegro, honesto, trabalhador, dedicado. Amava o que fazia. Era uma pessoa exemplar, um grande amigo”. “Podíamos contar com ele sempre. Era um companheirão cheio de vida, pensava positivo, para frente. Queria fazer sempre o bem. Foi uma grande perda”, lembrou Idelmar.

Companheiros de partido

O vice presidente nacional do Solidariedade, Jefferson Coriteac, comentou sobre o falecimento de Adauto. “Recebi com muita tristeza a notícia do falecimento do nosso amigo Adauto, uma pessoa que honrou até o último minuto o partido que ele ajudou a fundar e o movimento sindical que ele defendeu desde sempre, transmita o meus sentimentos a família e aos amigos”.

Já o presidente estadual do partido, Epaminondas Papy, admitiu que “falar do Adauto num momento como este é bastante difícil, pois perdemos o nosso amigo, um grande líder sindical local, estadual e nacional. Grande companheiro, amigo, alegre, brincalhão, de bem com a vida, uma pessoa extraordinária, sensacional”.

“Recentemente ele fez história dentro do nosso Solidariedade, tendo presidido e secretáriaso vários pleitos eleitorais. É um vazio que vai ficar para a sociedade, para os trabalhadores e nossos militantes. Vai fazer muita falta, certamente, pois era um líder admirável, incansável dentro de sua rotina diária”, afirmou Papy.

O deputado estadual que integra o partido, Herculano Borges , definiu o líder sindical como único. “Seu jeito de falar, ouvir, intermediar e legislar era excepcional. Seu posicionamento era firme, mas recheado de argumentação que até o opositor respeitava, pois notava-se pureza na decisão”.

Herculano lembrou da autuação de Adauto também nos movimento sindicais. “Sua atuação sindicalista também era invejável. Enfim, todos perdemos: perde o Legislativo, o trabalhador, a sociedade! Que o legado de sua bela trajetória marcada por respeito ao próximo e luta pelos ideais continue nos inspirando! Peço a Deus que conforte o coração dos familiares e amigos neste momento difícil de perda e dor”.

Jornal Midiamax