Política

Sob novo comando, PSB do MS avalia cenário político e visa ampliação

Avaliar o atual cenário da política regional e ampliar quadros. Essa é a tônica que deve ser seguida pelo PSB de Mato Grosso do Sul, que está desde o fim do mês passado sob o comando de Ricardo Ayache. Candidato ao Senado pelo PT em 2014, Ayache também é presidente da Cassems (Caixa de Assistência […]

Nyelder Rodrigues Publicado em 03/06/2019, às 10h11 - Atualizado às 14h53

Ricardo Ayache assumiu o comando do partido no fim do mês passado (Foto: Arquivo)
Ricardo Ayache assumiu o comando do partido no fim do mês passado (Foto: Arquivo) - Ricardo Ayache assumiu o comando do partido no fim do mês passado (Foto: Arquivo)

Avaliar o atual cenário da política regional e ampliar quadros. Essa é a tônica que deve ser seguida pelo PSB de Mato Grosso do Sul, que está desde o fim do mês passado sob o comando de Ricardo Ayache.

Candidato ao Senado pelo PT em 2014, Ayache também é presidente da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul), uma espécie de plano de saúde para os servidores públicos estaduais.

“Queremos sempre ampliar [quadro de filiados e representativa política]. Não vamos agora ficar colocando números e estabelecendo metas, pois estamos começando um trabalho desafiador. Vamos avaliar esse novo cenário político antes”, revela o novo comandante da sigla socialista no Estado.

Ayache foi convidado pela executiva nacional do partido para substituir Elizeu Dionizio no comando da legenda, com a missão de reorganizá-la. Atualmente, o partido conta em MS com quatro prefeitos, três vices e 61 vereadores.

Sobre possíveis nomes que podem chegar ao partido, como os que estão de saída do PDT – juiz Odilon de Oliveira e o seu filho, o vereador Odilon de Oliveira Junior, além do deputado estadual Jamilson Name -, Ayache frisa que ainda não iniciou conversações com nenhuma liderança sobre mudança partidária.

Já quanto sua dupla função à frente do partido e da Cassems, ele destaca que não há influência de uma posição sobre a outra. “São coisas distintas, não posso misturar política partidária com isso”, comenta.

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