Política

Sem disputa e com consenso: reunião define Lídio no comando de principal comissão da Assembleia

Apesar dos blocos parlamentares G9 e G10 afirmarem que não abririam mão da presidência da CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, uma reunião após a sessão que durou cerca de 20 minutos finalizou a disputa nesta quarta-feira (6). Os deputados afirmaram consenso na escolha de Lídio […]

Evelin Cáceres Publicado em 06/02/2019, às 12h42 - Atualizado em 07/02/2019, às 08h55

Os membros da CCJR (Foto: Maisse Cunha)
Os membros da CCJR (Foto: Maisse Cunha) - Os membros da CCJR (Foto: Maisse Cunha)

Apesar dos blocos parlamentares G9 e G10 afirmarem que não abririam mão da presidência da CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, uma reunião após a sessão que durou cerca de 20 minutos finalizou a disputa nesta quarta-feira (6). Os deputados afirmaram consenso na escolha de Lídio Lopes (Patriota) para ser o presidente da Comissão.

A reunião foi realizada a pedido do presidente da Casa, deputado Paulo Correa (PSDB), que consultou os indicados à CCJR dos dois blocos e o membro do PSDB, deputado Marçal Filho. Além deles, pela composição definida, Barbosinha (DEM) ficará como o vice-presidente e João Henrique (PR) e Gerson Claro (PP) como os membros do G10.

Lopes não contou em detalhes como transcorreu a reunião, apenas agradecendo pela escolha. “Fico muito honrado porque desde a legislatura anterior esta era a minha vontade. Eu substituí o deputado Barbosinha quando ele assumiu a Secretaria de Justiça e Segurança e sempre fiz parte da composição da Comissão”.

O parlamentar continuará a reunir a Comissão às quartas-feiras, sempre às 8h, para analisar os pareceres dos projetos apresentados à Casa. “Estaremos sempre pautados pelo voto democrático e teremos cuidado especial para que os projetos aprovados na Casa não sejam vetados posteriormente pelo governador”.

Na legislatura passada, o tema foi alvo de reclamação dos deputados. “Os projetos acabam sendo vetados por questões de constitucionalidade e vamos ter um cuidado especial para evitar este tipo de situação com o governo”, afirmou.

Mais cedo, Lídio disse acreditar ter o seu caminho para o posto ‘mais pavimentado’ e, ainda, contar com apoio do governo estadual para assumir o posto.

“É a principal e muito provavelmente o governo tem interesse em participar na escolha do presidente. Hoje eu sou um deputado de base, trabalhei para a eleição do governador. Acho que o meu caminho está um pouco mais pavimentado”, declarou.

Após a indicação do bloco para as comissões, o líder, deputado Márcio Fernandes (MDB) disse que uma das intenções dos parlamentares é tratar dos assuntos da Casa ‘diretamente com o Sérgio De Paula’, nomeado Secretário Especial de Articulação Política.

Jornal Midiamax