Política

Prefeito cita briga e necessidade de ajuste para retirar projeto sobre aplicativos

O projeto de lei que regulamentaria o serviço de transporte por aplicativo, como Uber e Urban, em Campo Grande, foi retirado da Câmara Municipal. O anúncio foi feito ainda em discurso pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD), durante evento sobre ações para o esporte, na Casa de Leis. A briga que ocorreu na audiência pública, na […]

Mayara Bueno Publicado em 04/07/2019, às 12h52

Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad. (Marcos Ermínio, Arquivo Jornal Midiamax).
Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad. (Marcos Ermínio, Arquivo Jornal Midiamax). - Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad. (Marcos Ermínio, Arquivo Jornal Midiamax).

O projeto de lei que regulamentaria o serviço de transporte por aplicativo, como Uber e Urban, em Campo Grande, foi retirado da Câmara Municipal. O anúncio foi feito ainda em discurso pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD), durante evento sobre ações para o esporte, na Casa de Leis.

A briga que ocorreu na audiência pública, na terça-feira (dia 2), foi um dos motivos lembrados pelo prefeito. Segundo ele, o presidente da Câmara, vereador João Rocha (PSDB), falou que nunca havia presenciado uma situação como aquela.

Em entrevista, Marquinhos disse que o pedido de retirada também partiu de uma das comissões da Casa de Leis, que analisava a proposta. A solicitação é para que o município faça ajustes no artigo que prevê repasse de informações das viagens.

O prazo para votação da medida acabava hoje, portanto, se os vereadores não votassem a proposta, a pauta da Câmara ficaria trancada, ou seja, nenhum outro projeto seria analisado.

BrigaCom de 20 minutos de audiência, começou a primeira confusão, com muito bate-boca e troca de acusações, inclusive de crimes como estupro e roubo. A situação chegou ao seu ápice quando o taxista Fernando Augusto, após uma discussão, foi seguido por dois homens, empurrado por um deles e atingido por dois socos pelo outro.

Fernando teve sangramento no nariz, estancado ali mesmo na Câmara. Ele não precisou de atendimento médico, continuando na audiência. Acredita-se que os agressores sejam motoristas de aplicativo, mas nenhum deles foi identificado até o final da audiência pela equipe de segurança da Câmara Municipal.

Jornal Midiamax