Política

Deputado do PSL defende tática de Bolsonaro que trava verba para Capital

O deputado federal Luiz Ovando (PSL) saiu em defesa do presidente Jair Bolsonaro em relação ao travamento de recursos federais pela União dizendo que é preciso “colocar a casa em ordem” antes de fazer repasses aos estados e prefeituras. Nesta semana, em agenda com a bancada federal em Brasília (DF), o prefeito Marquinhos Trad (PSD) […]

Danúbia Burema Publicado em 31/03/2019, às 09h40 - Atualizado às 16h10

Parlamentar avalia “com muito pesar” a prisão do ex-presidente Michel Temer (MDB) (Foto: Reprodução/Facebook)
Parlamentar avalia “com muito pesar” a prisão do ex-presidente Michel Temer (MDB) (Foto: Reprodução/Facebook) - Parlamentar avalia “com muito pesar” a prisão do ex-presidente Michel Temer (MDB) (Foto: Reprodução/Facebook)
Deputado do PSL defende tática de Bolsonaro que trava verba para Capital
Parlamentar concorda com retenção de recursos até Governo “tomar pé da situação”. (Foto: Reprodução/Facebook)

O deputado federal Luiz Ovando (PSL) saiu em defesa do presidente Jair Bolsonaro em relação ao travamento de recursos federais pela União dizendo que é preciso “colocar a casa em ordem” antes de fazer repasses aos estados e prefeituras. Nesta semana, em agenda com a bancada federal em Brasília (DF), o prefeito Marquinhos Trad (PSD) disse ter sido informado de que os recursos para a Capital ficarão travados até a aprovação da Reforma da Previdência.

Com isso, projetos já aprovados ficam suspensos por tempo indeterminado em Campo Grande. Entre eles, o asfaltamento dos bairros Nova Campo Grande e Rita Vieira, além da recuperação da malha viária.

Segundo Luiz Ovando, o travamento dos recursos não se deve à reforma, mas é justificável devido aos ajustes que precisam ser feitos pelo Governo Federal, que ainda está “tomando pé da situação” por ter somente 90 dias de gestão. “Isso vai ser aberto talvez a partir de maio, em junho no máximo as emendas aprovadas na legislatura anteriores serão liberadas”, minimizou.

Reforma

Para o deputado, a prioridade deve ser a aprovação da reforma previdenciária. “O PSL está fechado em termos de apoiar a votação e aprovação da previdência”, disse.

Ele reconheceu existirem questões que ainda terão de ser analisadas – como a idade mínima, aposentadoria dos militares e dos professores. “Ainda não se chegou a um consenso, mas isso não é um problema. A PEC foi apresentada pelo Governo Federal e vamos debater”, assegurou.

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