Política

Não tenho problema de ser investigado por juiz de 1ª ou 2ª instância, diz Vander

“Eu não tenho problema de ser investigado por um juiz de primeira ou segunda instância”, disse Vander Loubet (PT), em entrevista durante o lançamento do Comitê Estadual ‘Lula Livre’ em Campo Grande nesta segunda-feira (08). Vander falou sobre imbróglio envolvendo o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) em relação a investigações a agentes públicos […]

Diego Alves Publicado em 08/04/2019, às 21h22 - Atualizado em 09/04/2019, às 10h31

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“Eu não tenho problema de ser investigado por um juiz de primeira ou segunda instância”, disse Vander Loubet (PT), em entrevista durante o lançamento do Comitê Estadual ‘Lula Livre’ em Campo Grande nesta segunda-feira (08). Vander falou sobre imbróglio envolvendo o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) em relação a investigações a agentes públicos com foro privilegiado no Estado.

“Não conheço profundamente como ficou, eu tenho conhecimento da decisão do STF de que o foro acabou. Os processos todos, as investigações todas que estavam tramitando no Supremo, desceram para a primeira instância, que investiga todos nós agora. Eu não tenho problema nenhum de ser investigado seja por um juiz de primeira ou segunda instância, desde que a investigação não tenha o caráter político e não seja aquilo que estamos vendo muito hoje em dia, aquela parafernália muito mais midiática do que com consistência e elementos.

Uma emenda ao projeto de Lei Complementar 001/2019, apresentado pelo MP-MS (Ministério Público Estadual), quer proibir o PGJ (Procurador-Geral de Justiça) de delegar atribuições, centralizando no gabinete do chefe do órgão as investigações que podem implicar autoridades protegidas por foro privilegiado.

Denúncias contra Loubet

O deputado federal Vander Loubet (PT) e mais quatro empresários foram denunciados ao STF (Supremo Tribunal Federal) em abril do ano passado por suposto desvio de recursos da campanha eleitoral de 2010. A denúncia sobre o “Caixa 3” foi feita pela procuradora-geral da República Raquel Dodge e segundo o MPF (Ministério Público Federal) é a primeira do tipo desde o início da Operação Lava Jato.

Jornal Midiamax