Política

‘Nada comprovado, mas se errou vai pagar’, afirma João Rocha sobre acusação contra Romero

Prestes ao retorno dos trabalhos legislativos na Câmara da Capital, o presidente do legislativo municipal, vereador João Rocha (PSDB), comentou, durante agenda pública na manhã desta quinta-feira (31), sobre o processo envolvendo o colega Eduardo Romero (REDE), acusado de estupro. Se o vereador errou ele vai pagar pelo que ele cometeu, mas não tem nada […]

Ludyney Moura Publicado em 31/01/2019, às 11h26 - Atualizado em 19/07/2020, às 20h11

Presidente da Câmara disse que colega mantém atividade parlamentar normal (Foto: Marcos Ermínio)
Presidente da Câmara disse que colega mantém atividade parlamentar normal (Foto: Marcos Ermínio) - Presidente da Câmara disse que colega mantém atividade parlamentar normal (Foto: Marcos Ermínio)

Prestes ao retorno dos trabalhos legislativos na Câmara da Capital, o presidente do legislativo municipal, vereador João Rocha (PSDB), comentou, durante agenda pública na manhã desta quinta-feira (31), sobre o processo envolvendo o colega Eduardo Romero (REDE), acusado de estupro.

Se o vereador errou ele vai pagar pelo que ele cometeu, mas não tem nada comprovado ainda, ele tem direito de ampla defesa e depois desse tempo, caso ele seja culpado, a Câmara vai tomar seus procedimentos”, explicou Rocha.

O presidente destacou ainda que o colega permanece com suas atividades normais na Câmara de Campo Grande, e que toda eventual ação do legislativo envolvendo o caso será pautada em seu regimento interno e na lei orgânica.

“Nada está constatado ainda, existe um processo, que corre em segredo de justiça, sobre essa acusação. As autoridades competentes estão fazendo as informações. Para nós que somos uma Casa de Leis, nós só vamos tomar uma atitude a partir do momento em que formos notificados”, afirmou o tucano.

O caso

Romero foi é acusado de ter estuprado um garoto de 13 anos em novembro de 2017. A vítima seria sobrinho de um homem que trabalhava na obra de reforma na casa do parlamentar.

Além de negar as acusações, o vereador também declarou à justiça que estaria acompanhado no dia do suposto crime, e que sequer conhecia a vítima.

Jornal Midiamax