Política

Murtinhense, Vander sugere alternativa e questiona se governo ouviu ribeirinhos sobre cota zero

Com a retomada do bloqueio no Rio Paraguaia, em Porto Murtinho, por pescadores e setores contrários ao decreto de Cota Zero, horas após a ação da Polícia Federal, o deputado federal Vander Loubet (PT), que é natural do município fronteiriço, se manifestou sobre a questão e apresentou uma proposta alternativa. Por meio de uma nota […]

Ludyney Moura Publicado em 18/02/2019, às 10h15 - Atualizado às 18h16

(Foto: Divulgação)
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Com a retomada do bloqueio no Rio Paraguaia, em Porto Murtinho, por pescadores e setores contrários ao decreto de Cota Zero, horas após a ação da Polícia Federal, o deputado federal Vander Loubet (PT), que é natural do município fronteiriço, se manifestou sobre a questão e apresentou uma proposta alternativa.

Por meio de uma nota publicada em suas redes sociais, o petista revela uma sugestão feita pelo ex-governador Zeca do PT, que ele considera ‘razoável’, que seria manter cota de pescado de 10 quilos para 2019, sete quilos para 2020, cinco quilos para 2021 e só zerar a cota a partir de 2022.

“As comunidades ribeirinhas e os trabalhadores que vivem da pesca foram consultados a respeito, já que dependem dessa atividade para sobreviver? Foram realizadas audiências públicas para discutir melhor essa questão, inclusive seus impactos, positivos e negativos?”, questiona Vander.

“A linha programática do Governo do Estado e a legislação vigente precisam ser respeitadas, contudo, não invalidam a ampliação dos debates em torno de temas que influenciam a vida da população”, frisa o parlamentar.

Ontem, domingo (17), a Polícia Federal e a Marinha do Brasil e do Paraguai, cumpriram ordem para desbloquear o rio. Uma pessoa foi presa e tiros de bala de borracha foram disparados contra os manifestantes.

‘Como parlamentar federal, sigo acompanhando a situação em Porto Murtinho, esperando que as autoridades federais mantenham a tranquilidade e a capacidade de diálogo, a fim de se evitar qualquer tipo de confronto ou uso da força”, finalizou Vander.

Jornal Midiamax