Política

Marun diz que Gentili ‘ficou mais educadinho’ após processo da Câmara

O ex-deputado federal Carlos Marun (MDB) emitiu uma nota após a condenação pela Justiça Federal do apresentador Danilo Gentili por ofensas proferidas contra a deputada federal Maria do Rosário (PT). Para o ex-parlamentar, que hoje é conselheiro da Itaipu, após as medidas ingressadas pela Câmara dos Deputados, o humorista ficou “bem mais educadinho”. “Além das […]

Daiany Albuquerque Publicado em 11/04/2019, às 14h01 - Atualizado às 17h17

Ex-deputado federal comentou condenação de apresentador (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Ex-deputado federal comentou condenação de apresentador (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil) - Ex-deputado federal comentou condenação de apresentador (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

O ex-deputado federal Carlos Marun (MDB) emitiu uma nota após a condenação pela Justiça Federal do apresentador Danilo Gentili por ofensas proferidas contra a deputada federal Maria do Rosário (PT). Para o ex-parlamentar, que hoje é conselheiro da Itaipu, após as medidas ingressadas pela Câmara dos Deputados, o humorista ficou “bem mais educadinho”.

“Além das ações indenizatórias por ela [Maria do Rosário] impetradas, decidi entrar com a Queixa Crime que resultou nesta condenação. Ele pode recorrer. É o devido processo legal. E está esbravejando que não tem medo e coisas assim, mas ficou bem mais educadinho depois da nossa reação”, declarou Marun.

O fato ocorreu eu 2016, quando Gentili publicou um vídeo de Maria do Rosário, que foi considerado ofensivo. A Câmara então lhe enviou uma solicitação para que o vídeo fosse retirado da conta de Twitter do apresentador, o que ele ignorou. “A solicitação para que ele retirasse um vídeo ofensivo do ar que ele esfregou no saco escrotal foi devolvida à Procuradoria que eu chefiava”, lembrou o ex-deputado.

Na sentença da juíza Maria Isabel do Prado, da 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo, a magistrada diz o que acusado teve a intenção de ofender a parlamentar. “Se a intenção do acusado não fosse a de ofender, achincalhar, humilhar, ao ser notificado pela Câmara dos Deputados, a qual lhe pediu apenas que retirasse a ofensa de sua conta do Twitter, o acusado poderia simplesmente ter discordado ou buscar a orientação jurídica de advogados para acionar pelo que entendesse ser seu direito”.

O apresentador foi condenado a seis meses e 28 dias de detenção em regime semiaberto na quarta-feira (10). Ele poderá recorrer em liberdade.

Jornal Midiamax