Política

Após atrito, Londres tenta desfazer ‘trapalhada’ de Claro e evitar fragmentação do G-10

Líder do bloco, o veterano Londres Machado (PSD) tenta atenuar crise entre os colegas e evitar que o G-10, que reúne maior número de parlamentares da Assembleia Legislativa, seja fragmentado, após ‘trapalhada’ do vice-líder, Gerson Claro (PP), acusado de comportamento autoritário durante a ordem do dia desta quinta-feira (2). Ausente na ocasião, mas comunicado por […]

Maisse Cunha Publicado em 02/05/2019, às 13h28 - Atualizado em 15/07/2020, às 04h17

Londres diz que o momento pede cautela (Foto: Luciana Nassar/ALMS)
Londres diz que o momento pede cautela (Foto: Luciana Nassar/ALMS) - Londres diz que o momento pede cautela (Foto: Luciana Nassar/ALMS)

Líder do bloco, o veterano Londres Machado (PSD) tenta atenuar crise entre os colegas e evitar que o G-10, que reúne maior número de parlamentares da Assembleia Legislativa, seja fragmentado, após ‘trapalhada’ do vice-líder, Gerson Claro (PP), acusado de comportamento autoritário durante a ordem do dia desta quinta-feira (2).

Ausente na ocasião, mas comunicado por Antônio Vaz (PRB) – que ficou notadamente descontente com a atitude do ex-diretor do Detran-MS –, Londres convocou uma reunião para a próxima terça-feira (7), mas tenta desfazer o desembaraço causado pelo pepista.

Inconformados com o comportamento do vice-líder, Neno Razuk (PTB) e João Henrique Catan (PR) questionaram a decisão e ameaçam abandonar o bloco, alegando que atitudes como a de Claro desvirturiam o ideal do grudo, que segundo eles, seria justamente a democracia antes de qualquer tomada de decisão, independente da obrigatoriedade regimental.

Suposto comportamento antidemocrático de Claro pode ser um dos motivos da saída de Evander Vendramini (PP) – seu correligionário ­­–, revelada por Neno e Catan. Argumentando que “o momento pede cautela pelo desentendimento dos companheiros”, Londres afirma que ainda não foi comunicado da possível saída de Evander, mas ainda crê na dissolução do revés.

“Vamos discutir a criação de normas para padronizar decisões do bloco, embora o líder, regimentalmente, não precise de autorização dos colegas”, argumentando que o ideal seria que o grupo seja ouvido antes de qualquer manifestação do líder. “Temos uma convivência muito boa, o primeiro desentendimento foi agora, não tem motivo muito relevante para acontecer isso [dissolução do grupo].

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