Política

Vereador propõe câmeras no lugar de seguranças em escolas da Capital

Salineiro afirma que uso de videomonitoramento geraria economia

Joaquim Padilha Publicado em 15/02/2018, às 14h33

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Salineiro afirma que uso de videomonitoramento geraria economia

O vereador André Salineiro (PSDB) usou a tribuna na manhã desta quinta-feira (15) para questionar um processo seletivo da Prefeitura de Campo Grande, que resultou na contratação de 150 agentes patrimoniais.

Os agentes foram contratados apenas para atuarem em escolas da rede municipal e Ceinfs (Centros de Educação Infantil). O processo seletivo, no formato simplificado, encerrou em janeiro deste ano.

Para Salineiro, a contratação por processo simplificado não garante que os agentes sejam capacitados. “Quem tem treinamento específico para isso é a guarda municipal. Com esse processo, não será a eficaz a segurança feita por esses agentes”, afirma o vereador.

Ele afirma que tem apoio do Sindicato dos Guardas Municipais de Campo Grande, que também reclamam da contratação, e que enviou um ofício à Semed (Secretaria Municipal de Educação) pedindo providências.

O líder do governo na Câmara, vereador Chiquinho Telles (PSD), disse que atualmente a guarda municipal faz um “bom trabalho”, mas que falta ajuda do Estado. “Tem que ter mais atenção do governo do Estado, que tem ajudado, mas tem que ter mais investimentos”, afirmou.Vereador propõe câmeras no lugar de seguranças em escolas da Capital

Câmeras no lugar de agentes

Uma das propostas de Salineiro para solucionar o impasse com os agentes é que a Prefeitura passe a utilizar câmeras de videomonitoramento nas escolas e Ceinfs, ao invés do emprego dos contratados.

Segundo o vereador, isso geraria economia aos cofres do município, uma vez que por mês a folha de pagamento dos 150 agentes custariam R$ 180 mil, enquanto o gasto com a manutenção e instalação de oito câmeras por escola seria de R$ 7,3 mil ao ano.

Outra proposta que o vereador apresentou na tribuna é que a Prefeitura amplie os plantões dos guardas municipais nas escolas, e empregue os agentes em rondas ostensivas nas proximidades das instituições de ensino.

Jornal Midiamax