Política

Presidente da OAB-MS pede apuração rigorosa de atentado contra Bolsonaro

O presidente da OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil Seccional de Mato Grosso do Sul), Mansour Elias Karmouche, afirmou que o atentado sofrido pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que foi esfaqueado durante um comício na tarde de ontem (6) em Juiz de Fora (MG), precisa ser rigorosamente apurado pelas autoridades. Para Mansour, que concedeu entrevista […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 07/09/2018, às 08h55 - Atualizado às 10h29

Para Mansour Elias Karmouche, crime contra Bolsonaro é atentado contra a democracia (Foto: Marcos Ermínio | Midiamax)
Para Mansour Elias Karmouche, crime contra Bolsonaro é atentado contra a democracia (Foto: Marcos Ermínio | Midiamax) - Para Mansour Elias Karmouche, crime contra Bolsonaro é atentado contra a democracia (Foto: Marcos Ermínio | Midiamax)

O presidente da OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil Seccional de Mato Grosso do Sul), Mansour Elias Karmouche, afirmou que o atentado sofrido pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que foi esfaqueado durante um comício na tarde de ontem (6) em Juiz de Fora (MG), precisa ser rigorosamente apurado pelas autoridades.

Para Mansour, que concedeu entrevista durante esta manhã no desfile de 7 de Setembro no Centro de Campo Grande, o atentado contra o candidato à presidência é um atentado contra a democracia, independente de qualquer ideologia política, pois afeta a estrutura do estado democrártico de direito.

“É inconcebivel, é chegar às raias da barbárie, não podemos aceitar em hipótese alguma. Tem que se apurar com rigor se essa pessoa estava sozinha, se praticou esse atentado de forma isolada ou se estava fazendo parte de algum tipo de conspiração”, defende o presidente da OAB-MS.

Todavia, Mansour destacou que não crê que o atentado possa desestruturar os rumos da campanha presidencial, já que a estrutura da democracia no país apresentaria estabilidade, apesar dos ânimos acirrados.

“Acredito que não. As instituições estão sólidas, as apurações estão sendo feitas. O Estado democrático de direito está em vigor e demonstra a cada dia mais estabilidade. As instituições têm trabalhado, combatendo a corrupção, com pessoas sendo julgadas e presas”, conclui.

Jornal Midiamax