Política

No primeiro bloco, candidatos se apresentam ao público no Debate Midiamax

(Com Aliny Mary Dias, Ludyney Moura e Wendy Tonhati) No primeiro bloco, os candidatos se apresentaram ao público com tempo de três minutos. A rodada começou com o candidato Reinaldo Azambuja (PSDB), que destacou os feitos da sua administração nos 3 anos e 8 meses, em meio à “maior crise da história, momento difícil da […]

Evelin Cáceres Publicado em 03/09/2018, às 20h36 - Atualizado em 04/09/2018, às 11h12

Foto: Marcos Ermínio
Foto: Marcos Ermínio - Foto: Marcos Ermínio
No primeiro bloco, candidatos se apresentam ao público no Debate Midiamax
Foto: Marcos Ermínio

(Com Aliny Mary Dias, Ludyney Moura e Wendy Tonhati)

No primeiro bloco, os candidatos se apresentaram ao público com tempo de três minutos. A rodada começou com o candidato Reinaldo Azambuja (PSDB), que destacou os feitos da sua administração nos 3 anos e 8 meses, em meio à “maior crise da história, momento difícil da vida pública e nós em Mato Grosso do Sul com medidas duras até impopulares e posicionamos o Estado como um dos melhores para se viver”.

Também afirmou que o Estado tem a menor estrutura administrativa, “com a menor estrutura, uma pauta extremamente sensível, mas necessária, como teto do gasto público”. Finalizou destacando que o governo teria cumprido integralmente 77% do plano de governo da campanha passada.

Candidato do PSOL, João Alfredo se apresentou como um homem de 55 anos, natural de São Paulo e formado em Direto. Há 25 anos morador de Ribas do Rio Pardo, especializado em Direito público e Direito privado. Foi professor da UFMS por quatro anos das matérias de Direito Civil e Administrativo.

“Minha vice é a Dinar Freitas, de Terenos, que trabalha na agricultura familiar, é sindicalista e atua em rádio comunitária. É um orgulho tê-la como vice. Fui convidado pelo PSOL para me filiar e acatei esse desafio pela coerência e decência do partido”.

O candidato destacou ‘para que todos soubessem’ que alguns candidatos vetaram temas como Lama Asfáltica, Delação da JBS e o Crime Organizado no debate. “Não estou aqui para jogar pedras em ninguém. Estamos aqui como opção ao eleitor que está revoltado e indignado”.

Candidato pelo PDT, Odilon de Oliveira foi o terceiro a se apresentar ao eleitor. O juiz federal aposentado afirmou que o Debate Midiamax está corrigindo uma falha da legislação eleitoral sobre o tempo de televisão na propaganda eleitoral. “Determinados candidatos são privilegiados e outros prejudicados”.

O candidato também afirmou que espera um confronto dentro das normas democráticas, em clima de harmonia. “Estamos aqui para confrontar ideias e não transformar ambientes em ringue”. Assim como outros candidatos, Odilon fez protesto em relação a temas impugnados e que após discussão prévia, foram retirados do debate, entre eles Lama Asfáltica e JBS. “Estão dentro do item corrupção e a população está angustiada com isso, por que vamos nos esconder? Por que o candidato vai impugnar tema de interesse de sociedade?”, questionou.

Odilon encerrou sua fala afirmando que é um fugitivo da “fome, miséria e seca”. Na sequência, Junior Mochi (MDB) se apresentou falando de sua carreira como advogado, funcionário do Tribunal de Justiça e do Banco do Brasil. Lembrou de sua aprovação como prefeito de Coxim por dois mandatos.

Ainda segundo o candidato, durante seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa, devolverá mais de R$ 100 milhões aos cofres do Estado. O candidato também afirmou que quer ser governador “para servir a população de Mato Grosso do Sul. Não venho para vender sonhos e ilusões, quero defender minhas convicções e propostas”. Mochi encerrou afirmando que está aberto para ser questionado sobre qualquer tema que os outros candidatos quiserem questioná-lo.

O candidato Humberto Amaducci (PT) se apresentou informando que é “fronteiriço”, nascido em Iporã (PR), veio para Mato Grosso do Sul e morou na Linha Internacional, perto de Sete Quedas.

Foi para Mundo Novo, onde trabalhou como office boy e bancário. Casado há 25 anos, tem quatro filhos e uma neta. Entrou na política em 1995, no Partido dos Trabalhadores. Foi assessor de orçamento participativo da ex-prefeita de Mundo Novo, Dorcelina Folador.

Por três vezes administrou a cidade. “Estamos colocando nosso nome a Mato Grosso do Sul para que possamos democratizar o orçamento público do Estado”. O candidato Marcelo Bluma (PV) se apresentou dizendo que é corumbaense, engenheiro, advogado e foi vereador. “Estamos vivendo um momento muito importante. Passamos quatro anos fazendo protesto na avenida, xingando no Facebook, mas a política não é responsável e o eleitor é a mudança. Vamos fazer um debate sincero”.

Jornal Midiamax