Política

Nelsinho diz que atuou para ‘pacificar’ aliança e pede que PSDB ‘considere’ o DEM

Aliado de Reinaldo Azambuja (PSDB) e com vínculo de parentesco com um dos principais representantes do DEM em Mato Grosso do Sul, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta, o ex-prefeito de Campo Grande e pré-candidato ao Senado pelo PTB, Nelsinho Trad, alega que participou do encontro entre tucanos e democratas, na Assembleia Legislativa, para auxiliar […]

Ludyney Moura Publicado em 18/07/2018, às 11h07 - Atualizado às 11h55

Ex-prefeito disse que objetivo da chapa é reeleger Reinaldo (Foto: Reprodução/Facebook)
Ex-prefeito disse que objetivo da chapa é reeleger Reinaldo (Foto: Reprodução/Facebook) - Ex-prefeito disse que objetivo da chapa é reeleger Reinaldo (Foto: Reprodução/Facebook)
Nelsinho diz que atuou para ‘pacificar’ aliança e pede que PSDB ‘considere’ o DEM
Ex-prefeito disse que objetivo da chapa é reeleger Reinaldo (Foto: Reprodução/Facebook)

Aliado de Reinaldo Azambuja (PSDB) e com vínculo de parentesco com um dos principais representantes do DEM em Mato Grosso do Sul, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta, o ex-prefeito de Campo Grande e pré-candidato ao Senado pelo PTB, Nelsinho Trad, alega que participou do encontro entre tucanos e democratas, na Assembleia Legislativa, para auxiliar nas tratativas.

“O PTB participou apenas e tão somente na tentativa de tentar achar um encaminhamento pacificador”, argumentou Nelsinho.

Presidente regional do PTB, o ex-prefeito destaca que neste período de pré-campanha todos os ‘encaminhamentos’ devem ser considerados, e que o objetivo dos partidos aliados ao PSDB é a reeleição de Azambuja.

“O DEM foi o partido que mais cresceu nesse processo político. Suas lideranças devem ser enaltecidas. Conseguiram aglutinar forças expressivas da política regional. É preciso garantir esse encaminhamento da forma mais harmônica”, frisou o petebista.

Apesar do afunilamento das discussões, Trad Filho acredita que as definições só se tornarão públicas com o fim do prazo das convenções partidárias, na primeira semana de agosto. “Ainda tem muita água para rolar debaixo dessa ponte”, finalizou.

Jornal Midiamax