Mandetta ressalta fragilidade do governo Temer e pede ações a longo prazo

    O deputado federa Luiz Henrique Mandetta (DEM) espera que o governo do presidente Michel Temer (MDB), mesmo ‘fragilizado’, consiga tomar algumas medidas de curto prazo que possam resultar numa solução para a crise de abastecimento causada pela greve dos caminhoneiros. “As medidas de médio e longo prazo que me interessam. Porque uma concentração […]
| 25/05/2018
- 15:28
Mandetta ressalta fragilidade do governo Temer e pede ações a longo prazo

 

 

O deputado federa Luiz Henrique Mandetta (DEM) espera que o governo do presidente Michel Temer (MDB), mesmo ‘fragilizado’, consiga tomar algumas medidas de curto prazo que possam resultar numa solução para a crise de abastecimento causada pela .

“As medidas de médio e longo prazo que me interessam. Porque uma concentração absurda do transporte rodoviário e uma ferrovia como essa que corta Mato Grosso do Sul abandonada é vergonhoso”, destacou Mandetta.

Para o democrata, diante do aumento do preço do barril do petróleo e da moeda norte-americana, o governo deveria fomentar uma nova matriz energética, como álcool, mas que segundo ele está ‘abandonado desde o governo do PT’.

Na avaliação do parlamentar, transferir a responsabilidade para os Estados, com consequente redução da tarifa do ICMS, não resolveria o problema do preço dos combustíveis. Mandetta defende a diminuição do tamanho da máquina pública, e questiona o monopólio do petróleo no país. “É impossível (para a população) arcar com a falência da Petrobras”, argumenta.

O deputado acredita que a crise atual deve se resolver em breve, e que a própria sociedade, principal atingida pelo desabastecimento, buscará uma resposta tão logo comecem a faltar serviços básicos, como coleta de lixo e atendimento médico, com fornecimento de medicamentos, nos postos de saúde.

“Se parar o caminhão par tudo dentro do Brasil. O país optou por solução de transporte rodoviária, e é quase 100% dependente do transporte rodoviário. Temos que cobrar outros modais de transportes. Falta planejamento e gestão”, finaliza o parlamentar.

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O trecho de intervenção vai do Aeroporto Internacional de Campo Grande e termina no Anel Rodoviário da BR-262

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