Política

Líder do MDB, Simone Tebet articula disputa pela presidência do Senado

A senadora sul-mato-grossense Simone Tebet (MDB) tem se movimentado nos bastidores do Congresso Nacional para viabilizar sua candidatura à presidência do Senado, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo, em nota publicada neste domingo (4). A parlamentar tem se apresentado como uma alternativa ao colega de partido Renan Calheiros, que tem apoios dentro e […]

Richelieu Pereira Publicado em 04/11/2018, às 14h58 - Atualizado às 17h56

Senadora Simone Tebet (Foto: Moreira Mariz/Agência Senado)
Senadora Simone Tebet (Foto: Moreira Mariz/Agência Senado) - Senadora Simone Tebet (Foto: Moreira Mariz/Agência Senado)
Líder do MDB, Simone Tebet articula disputa pela presidência do Senado
Senadora Simone Tebet. (Foto: Moreira Mariz/Agência Senado)

A senadora sul-mato-grossense Simone Tebet (MDB) tem se movimentado nos bastidores do Congresso Nacional para viabilizar sua candidatura à presidência do Senado, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo, em nota publicada neste domingo (4).

A parlamentar tem se apresentado como uma alternativa ao colega de partido Renan Calheiros, que tem apoios dentro e fora da Casa, mas enfrenta forte resistência entre aliados do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

Simone tem usado essa resistência a seu favor, pois é considerada opção com menos rejeição junto aos bolsonaristas. No entanto, não tem a mesma capacidade de articulação do correligionário alagoano.

A senadora aparece como alternativa para manter o MDB no comando. A avaliação é de que ela geraria menos atrito em um governo Bolsonaro, porque não é marcada por investigações e tem trânsito livre entre os ruralistas.

O Jornal Midiamax tentou contato por telefone com a congressista, mas as ligações não foram atendidas e não houve retorno.

A eleição para escolher o novo comando do Senado, e também da Câmara dos Deputados, ocorre no dia 1° de fevereiro de 2019.

Até o fim de outubro, 13 deputados e senadores (atuais ou eleitos) se lançaram ou são cotados para a sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara e de Eunício Oliveira (MDB-CE) na presidência do Senado.

O comando do Congresso tem importância, entre outras coisas, por formar a linha de sucessão presidencial e por ter poder de definir a pauta de votações e de dar aval para um eventual processo de impeachment contra o presidente da República.

Jornal Midiamax