Política

DATAmax: vereadores do MDB creem em crescimento de André durante campanha

Até índice de rejeição é visto com otimismo

Ludyney Moura Publicado em 12/04/2018, às 13h22 - Atualizado em 20/07/2020, às 01h48

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Até índice de rejeição é visto com otimismo

Reduzida a apenas dois representantes na atual legislatura, a bancada de vereadores do MDB na Câmara da Capital avaliou como ‘positiva’ o resultado das pesquisas de intenção de voto e rejeição do pré-candidato do partido ao governo estadual, o ex-governador André Puccinelli.

O líder do partido na Casa, vereador Dr. Loester Nunes, afirmou que existe, na Capital, uma campanha contrária a Puccinelli, com constantes citações de seus problemas com Justiça e as investigações da Polícia Federal, bem como o fato do ex-governador ter usado tornozeleira eletrônica.

“Mesmo ele tendo sido melhor prefeito de Campo grande e melhor governador de Mato grosso do Sul”, defender Loester, que emendou que “ninguém ganha eleição se não tiver 51% no 2º turno. Se tem 32% de rejeição mostra que tem 68% que podem votar nele (André)”.

Já Dr. Wilson Sami, que classificou a pesquisa do DATAmax como merecedora de respeito e fidedigna, disse que ainda é prematuro analisar intenção de voto do eleitor faltando quase seis meses para as eleições.

“O André não vai entrar nessa para perder. Nós vamos ganhar se ele entrar”, disparou Sami.

Loester acredita ainda que se não fosse o fato das investigações contra André Puccinelli, como por exemplo no âmbito da Operação Lama Asfáltica, o ex-governador seria líder nas pesquisas.

Rejeição

Nesta quinta-feira (12) o Jornal Midiamax divulgou resultado do levantamento que mede a rejeição do eleitor aos candidatos apresentados na chamada pesquisa estimulada, quando entrevistador apresenta alternativas de candidatos ao eleitor.

O ex-governador do Estado e ex-prefeito da Capital André Puccinelli (MDB) lidera com 32,2% em índice de rejeição entre os entrevistados, mais que o dobro do segundo colocado, o atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB), com 12,6%.

Em seguida aparecem Suel Ferranti (PSTU), com índice de rejeição de 5,8%; Odilon de Oliveira, com 4,6%; Luiz Henrique Mandetta (DEM), com 4,1%; Humberto Amaducci (PT), com 3,7%; Adauto Garcia (PRTB), com 2,7%; João Alfredo Daniezi (PSOL), com 2,1%.

Como a margem de erros é de 3,5% para mais ou para menos, entre Suel Ferranti e Adauto Garcia, todos estão tecnicamente empatados.

Entre os moradores da Capital, 13,6% rejeitam todos os candidatos ao governo; 2,4% não rejeitam nenhum e 16,2% não sabem ou não responderam.

Nas duas últimas eleições, em 2014 e 2016, o DATAmax ‘cravou’ o resultado final das urnas. Foram entrevistados 804 eleitores em Campo Grande, entre os dias 5 a 8 de abril e a margem de confiança da pesquisa é de 95%.

A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral, tanto em âmbito estadual quanto federal, sob os números MS-09178/2018 e BR-08909/2018. Como já fez em eleições anteriores, o DATAmax disponibiliza todas as informações e detalhes, bem como material da pesquisa, para consulta dos partidos políticos que manifestarem oficialmente interesse nos dados.

Jornal Midiamax