Política

Corrêa fecha apoio do DEM, mira PT e já tem votos suficientes para presidir Assembleia

O deputado estadual reeleito pelo PSDB, Paulo Corrêa, segue trabalhando para suceder Júnior Mochi (MDB) na presidência da Assembleia Legislativa. Nesta quinta-feira (6) ele anunciou apoio de mais um partido e alega já ter número suficientes de votos para eleição que deve acontecer na 1ª semana de fevereiro de 2018. Corrêa revelou que garantiu o […]

Ludyney Moura Publicado em 06/12/2018, às 10h04 - Atualizado em 15/07/2020, às 04h14

Corrêa e Teixeira podem figurar na Mesa Diretora da Assembleia para próxima gestão (Foto: Divulgação/Victor Chileno/ALMS)
Corrêa e Teixeira podem figurar na Mesa Diretora da Assembleia para próxima gestão (Foto: Divulgação/Victor Chileno/ALMS) - Corrêa e Teixeira podem figurar na Mesa Diretora da Assembleia para próxima gestão (Foto: Divulgação/Victor Chileno/ALMS)

O deputado estadual reeleito pelo PSDB, Paulo Corrêa, segue trabalhando para suceder Júnior Mochi (MDB) na presidência da Assembleia Legislativa. Nesta quinta-feira (6) ele anunciou apoio de mais um partido e alega já ter número suficientes de votos para eleição que deve acontecer na 1ª semana de fevereiro de 2018.

Corrêa revelou que garantiu o apoio dos dois deputados do DEM, também reeleitos, Zé Teixeira, atual 1º secretário da Casa, e José Carlos Barbosa, o Barbosinha.

O tucano terá um encontro, logo após a sessão desta quinta-feira, com os dois deputados reeleitos pelo PT, Pedro Kemp e Cabo Almi.

Além dos dois democratas, Paulo Corrêa já garantiu apoio à sua candidatura dos três deputados do MDB, Eduardo Rocha, Marcio Fernandes e Renato Câmara, de Londres Machado (PSD), do chamado G6, composto por Coronel David (PSL), Herculano Borges (SD), Lucas de Lima (SD), Evander Vendraini (PP), Gerson Claro (PP) e Neno Razuk (PTB), além de pelo menos três de seus colegas de bancada, Marçal Filho, Professor Rinaldo e Felipe Orro (este ainda não anunciou seu apoio).

Com as adesões de Barbosinha e Teixeira, Paulo Corrêa já teria, sem síntese, 16 dos 24 deputados que podem votar na escolha do próximo presidente da Assembleia, para o biênio 2019-2020.

Além da presidência, a 1ª secretaria, responsável pelas finanças do legislativo estadual, também está em disputa e atrai interesse dos parlamentares. Na busca por uma chapa consensual, Corrêa afirmou que “será 1º secretário quem trouxer maior número de assinaturas (dos colegas) de apoio”.

Jornal Midiamax