Política

VÍDEO: na Capital, Ciro Gomes diz que Temer não tem dignidade para renunciar

Pedetista foi condenado a pagar indenização por ofender presidente 

Ludyney Moura Publicado em 18/05/2017, às 13h18

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Pedetista foi condenado a pagar indenização por ofender presidente 

Em Campo Grande para discutir eleições e a conjuntura nacional com aliados, o presidenciável pedetista e ex-ministro Ciro Gomes, não poupou críticas ao presidente Michel Temer (PMDB), e pontuou que acredita que o adversário político não tem condições de governar o país.

“Renúncia é um ato de dignidade que o Michel Temer não me parece ter, nunca me pareceu ter, ainda ontem fui condenado sobre coisas que penso sobre ele. Não comemoro não, mas não deixa de ser uma coincidência constrangedora para ele”, disparou Ciro.VÍDEO: na Capital, Ciro Gomes diz que Temer não tem dignidade para renunciar

O ex-ministro dos governos Lula (PT) e Itamar Franco (PMDB) e ex-governador do Ceará, foi condenado a pagar R$ 30 mil a Michel Temer por tê-lo chamado de ladrão.

Para Ciro Gomes, é preciso se ater ao que diz Constituição, que prevê uma eleição indireta, caso o eleito anteriormente já tenha cumprido metade mais um dia do mandato, o presidente da Câmara assumiria interinamente o país e convocaria eleições indiretas pelo Congresso Nacional.

“Ai a elite política brasileira teria que se reuniu e estabelecer um grande pacto para eleger um brasileiro, ou brasileira, acima de qualquer suspeita, respeito pelas diversas força, que teria uma tarefa: guiar o país até às eleições gerais de 2018, botar o povo na jogada na hora própria, sem passionalismo”, frisou.

Gomes acredita que a saída de Temer se dará pela cassação da chapa Dilma-Temer, que responde no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por irregularidades no pleito de 2014.

“Essa pessoa (eleita pelo Congresso) teria que ter característica de pacificar o país, garantir o ciclo final de punições a todos envolvidos (na Lava Jato), garantir o mínimo de sanidade na gestão da economia e absoluta isenção da máquina do Poder Executivo nas eleições gerais de 2018”, finalizou.  

Jornal Midiamax