Política

‘Todo mundo satisfeito’, diz Marquinhos sobre reajuste dos servidores

Prefeito disse ter conversado com categorias

Evelin Cáceres Publicado em 01/06/2017, às 15h42

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Prefeito disse ter conversado com categorias

Após agenda na manhã desta quinta-feira (1º), o prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD) informou que todas as categorias de servidores municipais estão satisfeitas em relação às negociações salariais e reajustes.‘Todo mundo satisfeito’, diz Marquinhos sobre reajuste dos servidores

“Todas as classes estão saindo com acordo feito pela prefeitura e categorias. O decreto hoje votaram em assembleia, todos eles satisfeitos, cada um trouxe sua pauta de reivindicações”, garantiu.

Questionado sobre se já era possível afastar a possibilidade de atrasar ou escalonar salários, Marquinhos disse que não se pode afirmar nada neste momento que o Brasil vive um momento incerto.

“Hoje ninguém sabe o que pode acontecer com o Brasil. Momento de incerteza, difícil apontar algo para dizer que vamos ter reparcelamento, escalonamento, se vamos atrasar, se vamos pagar em dia”, afirmou.

Mesmo assim, segundo Marquinhos, a prefeitura ainda estaria fazendo corte de gastos. “Nós tomamos medidas enérgicas, todavia necessárias através do decreto para que a crise não tome conta da gestão. Temos que ter a responsabilidade de saber que há mais de três meses a receita é menor que a despesa e se não está afastada a hipótese de eventuais contratempos principalmente econômicos na nossa administração”, concluiu.

Reajuste dos médicos

O prazo para o reajuste dentro da data-base dos servidores que compõem o quadro da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública) de Campo Grande terminou nesta quarta-feira (31), mas a assessoria de comunicação do Sinmed (Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul) afirmou que a Prefeitura ainda não definiu o aumento.

Secretário de Infraestrutura, Pedro Pedrossian Neto confirmou que não houve acordo a respeito do reajuste e diz que o Município estuda uma nova proposta para apresentar à categoria, considerando que a última tentativa de acordo foi rejeitada.

“Estamos com situação fiscal bastante complicada, o que nos impede de fazer grandes avanços, grandes concessões, mas estamos fazendo o que é possível para atender a categoria e de forma que não tenha tanto impacto”, declarou.

Jornal Midiamax