Política

Para Riedel, declaração de Puccinelli sobre término do Aquário é infeliz

Governador não vai comentar declarações de Puccinelli

Aliny Mary Dias Publicado em 03/05/2017, às 17h04

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Governador não vai comentar declarações de Puccinelli

Se para o ex-governador André Puccinelli (PMDB) o governo Reinaldo Azambuja (PSDB) foi incompetente ao não concluir a obra do Aquário do Pantanal, para o secretário de Governo e Gestão Estratégica de Reinaldo, Eduardo Riedel, a declaração de Puccinelli foi infeliz.

O ex-governador afirmou na manhã desta quarta-feira (3), durante visita a lojistas do Camelódromo de Campo Grande, que deixou dinheiro em caixa para a conclusão da obra que seria emblemática de seu governo. A assessoria de imprensa do governo Azambuja afirmou que o governador não comentará as declarações do antecessor. 

“Deixei dinheiro, se tivessem dado continuidade com competência já teriam terminado. Do jeito que deixei já era para ter terminado. Devo representar perigo muito grande pelo tanto que falam de mim”, disse.

Em entrevista ao Jornal Midiamax, Riedel classificou a declaração de incompetência de Azambuja como infeliz. “Ele não deixou recurso em caixa, isso não procede”.

Sobre a não conclusão da obra do Aquário, várias vezes citadas por Azambuja como fora da lista de prioridades do governo, Riedel reafirmou que a obra só será concluída se houver sobra de recursos. “O governo tem as prioridades que a população elencou. Se conseguir recurso extra, aí sim ela [a obra] será concluída”, completou.

O AQUÁRIO

Como a obra já não aceita mais aditivos, por questões legais, o governo de Azambuja aguarda uma definição da Justiça Estadual com uma previsão legal que permita aporte de mais recursos para conclusão das obras, que segundo Reinaldo terá um custo final aos cofres públicos de mais de R$ 200 milhões.

No último mês de março, o tucano revelou o interesse do Grupo Cataratas, que vai gerenciar o empreendimento, de assumir a responsabilidade de concluir o Aquário do Pantanal. Mas, a proposta da parceira público-privada ainda não havia sido feita ao governo.

Jornal Midiamax