Política

Deputados começam sessão com protestos de empresários e sindicatos

Militares também estão no plenário para acompanhar votação

Ludyney Moura Publicado em 27/09/2017, às 13h40

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Militares também estão no plenário para acompanhar votação

A sessão desta quarta-feira (26) na Assembleia Legislativa é marcada pela presença de diversos grupos e entidades que pressionam ou pedem apoio dos parlamentares por projetos de interesses diversos.

Lojistas e empresários da Capital voltaram à Assembleia para pressionar os deputados a manterem o veto do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) à chamada ‘Lei da Inadimplência’, que determina inclusão do nome contribuintes nos cadastros de restrição de credito somente após notificação por carta com AR (Aviso de Recebimento).Deputados começam sessão com protestos de empresários e sindicatos

Na sessão de ontem, terça-feira (26), o autor do projeto, deputado Beto Pereira (PSDB) chegou a ser vaiado pelo plenário lotado de empresários, que alegam que a medida livra os inadimplentes o onera o consumidor em dia com suas contas.

Servidores e representantes do Sindicatos dos servidores os Correios em Mato Grosso do Sul querem apoio dos deputados nas tratativas junto à bancada federal. Eles querem apoio nas solicitações de 8% de reajuste, fim do encerramento de agencias, demissões em massa e do processo de privatização.

A presidente do sindicato da categoria, Elaine Regina de Souza, ressaltou que a greve deflagrada pelos trabalhadores em 19 de setembro atingiu 42 dos 79 municípios do Estado. Serviços como triagem e entrega de encomendas já sofrem atrasos.

Representantes do Sinted de Dourados (Sindicato dos Trabalhadores de Educação do Município de Dourados), que estão em greve desde 21 de agosto, querem apoio na busca por um reajuste de 7,64%, para equiparar, no caso dos professores, ao piso nacional.

Eles afirmam que o salário médio da categoria caiu cerca de $ 600 pq a Prefeitura reduzi o nível de escolaridade exigido de profissionais contratados. A presidente do sindicato, Gleice Jane Barbosa ressaltou ainda que Prefeitura se vale de uma liminar contra o movimento para que não haja paralisação dos serviços e pagamento de multa de R$ 600 mil.

Bombeiros e Policias Militares acompanhar votação de um projeto que trata da promoção funcional da categoria. 

Jornal Midiamax