Política

Aprovados em concurso da Assembleia pressionam deputados por convocação

Grupo cobra nomeação e exoneração de comissionados

Ludyney Moura Publicado em 22/06/2017, às 13h22

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Grupo cobra nomeação e exoneração de comissionados

Cerca de 30 pessoas aprovadas no primeiro concurso público da Assembleia Legislativa encheram o plenário da Casa na sessão desta quinta-feira (22) cobrando nomeação de todos os aprovados no certame realizado em setembro do ano passado.

Um dos presentes, aprovado para o cargo de consultor processo legislativo, Celso Urbieta, afirmou que eles cobram da Assembleia o cumprimento de uma determinação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) que prevê para os legislativos estaduais uma relação de 75% de servidores efetivos e 25% de comissionados.Aprovados em concurso da Assembleia pressionam deputados por convocação

Apesar da pressão, o presidente da Casa, deputado Júnior Mochi (PMDB), não estava presente na sessão, já que acompanha uma agenda do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) em Costa Rica.

“Vamos marcar para segunda-feira (26) para ver como justificam esse atraso na convocação”, disse Celso, que destacou ainda que a Assembleia não observou em seu projeto de reforma administrativa a paridade de cargos entre efetivos e comissionados.

Aprovada para o cargo de ‘polícia legislativa’, a professora Rosana Maria da Silva, contou que foram seis meses de estudo antes da prova, e que ela deixou Brasília (DF) com destino a Campo Grande à espera da convocação, o que ainda não aconteceu. Segundo ela, o grupo tem informação de quem servidores comissionados administrativos estão atuando como policiais legislativos.

Apesar do edital ter previsto homologação do resultado para dezembro de 2016, a medida só foi efetivada em 30 de maio deste ano, durante evento na Assembleia. Na ocasião, Mochi afirmou que a previsão de iniciar as convocações era o próximo mês de julho, o que ainda não confirmado pela Mesa Diretora da Casa. 

Jornal Midiamax