Dono da JBS acusou governador de receber propina

Após a delação de Wesley Batista, que acusou os últimos três governadores de Mato Grosso do Sul, incluindo o atual Reinaldo Azambuja (PSDB), de serem beneficiários de um esquema de pagamento de propina em troca de benefícios fiscais, o tucano procurou a Assembleia na manhã desta terça-feira (23) para se explicar.

Ontem, segunda-feira (22), Reinaldo já havia revelado que procuraria os deputados, para reafirmar que não cometeu as irregularidades das quais foi acusado por Batista.AGORA: Reinaldo se reúne a portas fechadas com deputados para discutir crise

O encontro com os deputados acontece no gabinete da presidência da Assembleia, apenas com presença dos parlamentares e do governador, que está acompanhado do secretário de governo, Eduardo Riedel, do procurador-geral do Estado, Adalberto Miranda, e de Carlos Eduardo Girão de Arruda, chefe da Controladoria-Geral do Estado.

Estão na reunião os deputados tucanos Flávio Kayatt, Beto Pereira e Rinaldo Modesto, os peemedebistas Junior Mochi, Renato Câmara, Marcio Fernandes, Eduardo Rocha e Antonieta Amorim, os petistas Amarildo Cruz e Pedro Kemp, além de Herculano Borges (SD), George Takimoto (PDT) e Coronel David (PSC). Quando a reunião já havia começado, os deputados Zé Teixeira (DEM), Paulo Siufi (PMDB) e João Grandão (PT) também compareceram.

Azambuja prometeu atender a imprensa presente no local logo após o fim do encontro.