AGORA: Reinaldo deixa Assembleia e deputados mantém reunião privada

Governador deixou prédio sem falar com a imprensa
| 23/05/2017
- 16:55
AGORA: Reinaldo deixa Assembleia e deputados mantém reunião privada

Governador deixou prédio sem falar com a imprensa

Diferente do que informou sua assessoria, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), deixou a Assembleia Legislativa por um acesso restrito e saiu da reunião com os deputados sem falar com a imprensa.

Segundo a assessoria do governador, ele ainda teria outros dois compromissos antes de seguir para uma reunião no TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).AGORA: Reinaldo deixa Assembleia e deputados mantém reunião privada

 

O encontro com os deputados, anunciado pelo próprio tucano ontem, segunda-feira (22), começou por volta das 8h10 desta terça-feira (23), e terminou pouco antes das 10hs. O governador disse que procuraria os deputados para ratificar o discurso de que não recebeu propina do grupo JBS, como delatou o empresário Wesley Batista.

O encontro com os deputados aconteceu no gabinete da presidência da Assembleia, apenas com presença dos parlamentares e do governador, que está acompanhado do secretário de governo, Eduardo Riedel, do procurador-geral do Estado, Adalberto , e de Carlos Eduardo Girão de Arruda, chefe da Controladoria-Geral do Estado.

 

Participaram da reunião os deputados tucanos Flávio Kayatt, Beto Pereira e Rinaldo Modesto, os peemedebistas Junior Mochi, Renato Câmara, Marcio Fernandes, Eduardo Rocha e Antonieta Amorim, os petistas Amarildo Cruz e Pedro Kemp, além de Herculano Borges (SD), George Takimoto (PDT) e Coronel David (PSC). Quando a reunião já havia começado, os deputados Zé Teixeira (DEM), Paulo Siufi (PMDB) e João Grandão (PT) também compareceram.

Com saída de Reinaldo do local, os deputados decidiram permanecer em reunião para discutirem as explicações e justificativas apresentadas pelo tucano. Não há previsão para começo da sessão de hoje.

Batista acusou Reinaldo, bem como os ex-governadores Zeca do PT e André Puccinelli (PMDB), de serem beneficiários de um esquema de pagamento de propina em troca de benefícios fiscais. 

 

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