Política

Três filhas de João Amorim estão presas; advogados não têm acesso aos pedidos

Uma delas foi presa no Rio Grande do Sul

Evelin Cáceres Publicado em 10/05/2016, às 15h00

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Uma delas foi presa no Rio Grande do Sul

As três filhas do proprietário da Proteco Construções João Krampe Amorim,  Ana Paula Amorim Dolzan, Renata Amorim e Ana Lúcia Amorim Zaffari também foram presas pela Polícia Federal nesta terça-feira (10). Uma delas estava no Rio Grande do Sul e foi encaminhada a Polícia Federal.

Advogado da família Amorim e de Elza Cristina Araújo dos Santos, sócia da Proteco, Benedito Figueiredo reclamou que nenhum membro da defesa tece acesso aos pedidos de prisão.

“Estamos em um país que é democrático, não existe isso de prender e a pessoa sequer saber porque é levada. Ninguém da Polícia Federal comunicou os motivos da prisão, ainda não temos acesso aos pedidos, que é premissa básica do processo todo. Estamos todos revoltados coma  situação”.

Benedito e outros advogados de defesa dos presos temporários ainda aguardam na sede da Polícia Federal por informações.

A Polícia deflagrou a segunda fase da Operação Lama Asfáltica – Fazendas de Lama, em conjunto com a Controladoria Geral da União e Receita nesta terça.

Com um efetivo de 201 policiais federais, 28 da Controladoria Geral da União e 44 da Receita Federal estão sendo cumpridos 28 mandados de busca e apreensão e 15 mandados de prisão temporária, bem como 24 mandados de sequestro de bens de investigados.

As medidas estão sendo cumpridas nos municípios de Campo Grande/MS, Rio Negro/MS, Curitiba/PR, Maringá/PR, Presidente Prudente/SP e Tanabi/SP. As investigações s em referência a procedimentos utilizados pelos investigados na aquisição de propriedades rurais com recursos públicos desviados de contratos de obras públicas, fraudes em licitações e recebimento de propinas, resultando também em crimes de lavagem de dinheiro.

Jornal Midiamax