Política

Rose chama Marquinhos de fantasma e admite erro em nomeação de familiar

 Último confronto do Jornal Midiamax acirrou ânimos dos candidatos

Ludyney Moura Publicado em 22/10/2016, às 01h13

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 Último confronto do Jornal Midiamax acirrou ânimos dos candidatos

A última pergunta do primeiro bloco do debate do 2º turno do Jornal Midiamax acirrou os ânimos dos candidatos Marquinhos Trad (PSD) e Rose Modesto (PSDB).

Rose questionou Marquinhos sobre sua nomeação, sem concurso, como servidor da Assembleia Legislativa em 1986, quando ainda era acadêmico de direito em uma universidade do Rio de Janeiro.

Marquinhos explicou que no ano de 1986 não havia previsão constituição de concurso, e citou a nomeação de dois sobrinhos de Rose no TCE (Tribunal de Contas do Estado), em 2014, e de um irmão da tucana na Semed (Secretaria Municipal de Educação), na gestão de Gilmar Olarte.

Segundo Trad, o irmão de Rose teria assinado despesas de R$ 7 milhões da prefeitura com a Gráfica Alvorada, empresa investigada no âmbito da Operação Lama Asfáltica.

O candidato ainda afirmou que nomes citados na operação, como o ex-governador André Puccinelli, o ex-secretário de obras, Edson Giroto e os deputados federais Carlos Marun e Dagoberto Nogueira apóiam sua candidatura. Ele acusou apoiadores do PSDB de pichar muro com a frase ’45 venceu o debate’ antes mesmo do início do evento.

Rose disse que sua sobrinha foi nomeada ainda estagiária no TCE, e admitiu que seu sobrinho errou e que ela solicitou a ele que pedisse exoneração. E voltou a citar que Marquinhos se efetivou na Assembleia sem concurso.

Em sua tréplica, Marquinhos  voltou a citar o irmão de Rose e as despesas de R$ 7 milhões na impressão de cadernos na Gráfica Alvorada, que teriam sido autorizadas por ele. O candidato ainda lembrou dos chamados remanescentes da PM, 2,4 mil pessoas que teriam se reunido com a gestão tucana à espera de serem convocados, o que não aconteceu até hoje. 

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