Política

Marcio Fernandes diz que pediu ao PMDB para não ser o pré-candidato

‘Percebi certa rejeição ao partido’

Evelin Cáceres Publicado em 03/08/2016, às 15h16

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‘Percebi certa rejeição ao partido’

O deputado estadual Márcio Fernandes (PMDB) disse nesta quarta-feira (3) que não saiu como o pré-candidato do partido por escolha própria. Ao ser questionado se sentia desconfortável por não ter sido escolhido, deixando o partido sem pré-candidato, Fernandes afirmou que ele pediu para não sair.

“Acabei de chegar ao partido e não estamos em uma situação ideal”. Entretanto, Fernandes negou que a situação a que se referiu tenha peso somente pelas investigações da Operação Lama Asfáltica. “Nem tanto (pela Operação), mas essa situação do PMDB estar muito tempo no poder, essa bagagem que vem também com certa rejeição. Eu acabei de chegar ao partido e não quero carregar essa rejeição comigo”, declarou.

Para Márcio Fernandes também contou a opinião da família. “A minha família também entendeu que não era o momento”.

Pela primeira vez na história de Mato Grosso do Sul, desde a lei que transformou Campo Grande em Capital, o PMDB não vai lançar candidatura própria à Prefeitura da cidade. A sigla vai investir somente em chapa proporcional pura, ou seja, terá somente nomes à Câmara Municipal, sendo que o intuito é reeleger quatro legisladores e eleger outros dois.

De acordo com o presidente municipal, Ulisses Rocha, depois da recusa de Puccinelli alegando questões pessoais, os senadores Waldemir Moka e Simone Tebet, o deputado federal Carlos Marun e a ex-secretária Estadual de Assistência Social Tânia Garib elencaram motivos para não concorrem à Prefeitura pelo partido. A decisão deve ser oficializada durante convenção partidária marcada para o próximo dia 5.

Os candidatos a vereador terão liberdade para apoiarem os nomes que estão na disputa pelo cargo de prefeito, contudo o PMDB não vai fechar parceria com nenhuma legenda oficialmente.

Jornal Midiamax