Política

Líder do PMDB não acredita que rejeição a Cunha e Temer vá refletir no partido

Para ele a vontade do povo está sendo atendida

Jessica Benitez Publicado em 18/04/2016, às 12h39

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Para ele a vontade do povo está sendo atendida

Líder do PMDB na Assembleia Legislativa, Eduardo Rocha não acredita que possa haver efeito contrário em relação à abertura do pedido de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff (PT). Para ele a vontade do povo está sendo atendida a partir do momento em que a questão foi aprovada na Câmara dos Deputados, fato que ocorreu neste domingo (17). 

“Achei que ontem reproduziu a vontade popular porque caracterizou crime de responsabilidade da presidente e somando com o desmando da gestão pública federal, desorganização das contas, volta da inflação, desemprego, somou tudo e resultou nessa estrondosa votação”, disse.

Sobre o pedido de populares que mesmo favoráveis a saída de Dilma são contra o vice-presidente da República, Michel Temer e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, ambos do PMDB, ele não acredita que seja ruim ao partido. “O impeachment será feito porque há um crime caracterizado e o povo está pedindo. A voz do povo é a voz de Deus”, filosofou.

Votação – Os deputados federais decidiram por 367 a 137 votos aprovar pedido de abertura de impeachment da petista. Houveram duas faltas, sete abstenções e muitos discursos no mínimo curiosos feitos dentro dos 10 segundos a que cada parlamentar tinha direito. Agora o mesmo trâmite ocorre no Senado. A previsão é de que a votação seja realizada entre 10 e 12 de maio.

Jornal Midiamax