Política

Eleitores não podem ser preso a partir desta terça-feira; somente em flagrante

Pleito ocorre no próximo domingo, dia 30

Midiamax Publicado em 24/10/2016, às 11h35

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Pleito ocorre no próximo domingo, dia 30

A partir desta terça-feira (amanhã), dia 25, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido, a não ser que seja em flagrande. A rega vale até 48 horas após a eleição, que ocorre, em segundo turno, no pŕoximo domingo (30). Em Campo Grande disputam o cargo de prefeito Marquinhos Trad (PSD) e Rose Modesto (PSDB).

A norma está no Código eleitoral determinado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que consta na divulgação do calendário eleitoral deste ano do órgão. De acordo com a programação a regra está estabelecida no parágrafo 1º, do artigo 236, da Lei nº 4.737/1965, no qual impede a prisão de eleitores nos 5 dias que antecedem o pleito.

O artigo determina, ainda, que, 15 dias antes da eleição (15 de outubro) até 48 horas após o término do pleito, nenhum candidato poderá ser preso ou detido, salvo em flagrante delito, em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.

A lei estabelece que, em caso de prisão do candidato ou eleitor, o mesmo deverá ser conduzido até um juiz para verificar se houve alguma ilegalidade. Se a ação for considerada irregular, a prisão poderá ser negligenciada e o autor da reclusão poderá ser responsabilizado.

Também nesta terça, de acordo com o calendário, é o último dia para que os representantes dos partidos políticos e coligações, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público e as pessoas autorizadas em resolução específica formalizem pedido ao juízo eleitoral para a verificação das assinaturas digitais do Sistema de Transporte de Arquivos da Urna Eletrônica, do Subsistema de Instalação e Segurança e da Solução JE-Connect instalados nos equipamentos da Justiça Eleitoral.

E ainda é o último dia para os tribunais regionais eleitorais divulgarem na Internet os pontos de transmissão de dados que funcionarão em locais distintos do local de funcionamento da junta eleitoral.

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