Política

‘Como pode afetar?’, questiona Rose sobre efeito Coffee Break nas eleições

Ela está entre os investigados

Jessica Benitez Publicado em 23/06/2016, às 21h19

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Ela está entre os investigados

Embora seja investigada pela Operação Coffee Break, a vice-governadora e pré-candidata à Prefeitura de Campo Grande, Rose Modesto (PSDB), não acredita que a apuração irá prejudicá-la nas eleições. Ela sustenta que não está na lista de denunciados, por isso sua imagem não ficará respingada.

“Como que vai atrapalhar se o MPE já apresentou denuncia e eu não fui denunciada, burburinhos a pessoas sérias não vão levar a sério”, disse na tarde desta quinta-feira (23) durante lançamento do candidato a vice-prefeito de sua chapa, Cláudio Mendonça (PR).

O ex-presidente regional do PR, Edson Giroto, era cogitado para concorrer ao Paço Municipal, porém perdeu a função dentro da sigla e minou os planos ao ser preso na Operação Lama Asfáltica. Rose não acredita também que isso vá acarretar algum prejuízo à campanha.

Ela argumenta que “cada um tem dua história e o seu trabalho” e que a população terá que ser sábia para escolher em quem votar. O governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), vai nessa mesma linha e desacredita no ditado de que uma maçã podre estraga todo o resto do cesto.

“Tem várias pessoas muitas vezes respondem a algum tipo de denúncia, processos e que são filiadas a 'N' partidos. O que importa hoje pra nós tendo o PR é você trazer o Londres (Machado) que tem experiência, serviços prestados no Estado, Paulo Corrêa, Grazielle, dois deputados que além de estarem na nossa base também têm folha de trabalho prestada”.

“Tem pessoas respondem denúncia, processo e até condenação. A pessoa que tem que responder pelos atos, não pode misturar todo mundo”, completou. Cláudio, que será candidato a vice ao lado de Rose, exemplifica que há indivíduos de má índole até dentro de igreja. 

Jornal Midiamax