Política

Testemunha em ação contra Olarte, Mario está tranquilo, diz advogado

No processo, Olarte é réu por lavagem de dinheiro 

Heloísa Lazarini Publicado em 14/10/2015, às 19h42

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Vereador foi afastado do cargo dia 25 de agosto/Foto: Arquivo Midiamax

No processo, Olarte é réu por lavagem de dinheiro 

Está agendado para dia 27 de novembro, no Plenário Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, depoimento de Gilmar Olarte, Ronan Feitosa, Luiz Márcio Feliciano, e de mais 28 pessoas, referente ao processo em que os três são réus por lavagem de dinheiro.

Além dos réus, o desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva, autorizou intimação do ex-prefeito da Capital, Nelson Trad Filho, do ex-governador André Puccinelli, da vice-governadora Rose Modesto e do presidente da Câmara, afastado do cargo por ordem judicial, Mario Cesar. Todos foram intimados como testemunhas.

Segundo advogado de Mario, Leonardo Saad, seu cliente ainda não foi notificado, mas, irá comparecer ao depoimento. Questionado se há preocupação com convocação diante de possível relação com Operação Coffee Break, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) que investiga suposto esquema de compra de votos para cassar prefeito Alcides Bernal (PP), em 2014, o advogado garante que não. “Não há nenhuma preocupação até porque ele (Mario Cesar) desconhece esse dito esquema. Tanto ele quanto nós nem sabemos se esse esquema existiu”. Mario foi afastado do cargo de vereador e de presidente da Câmara no dia 25 de agosto deste ano.

A equipe de reportagem entrou em contato com ex-secretário municipal de governo e relações institucionais, Rodrigo Aquino, também intimado a depor, com ex-prefeito Nelson Trad e com ex-governador André Puccinelli. Quem atendeu celular de Rodrigo, foi um assessor que informou que ex-secretário viajou e retorna a Campo Grande dia 20 deste mês. Nelson Trad Filho não atendeu ligação nem retornou recado até fechamento desta matéria e André Puccinelli não estava em seu escritório e também não retornou após recado.

Além dos citados acima, o prefeito Alcides Bernal (PP) também foi convocado a depor, mas até fechamento desta matéria não foi localizado para comentar assunto. 

Jornal Midiamax