Política

Tereza Cristina diz que Dilma não tem reação em relação à crise

Deputada analisa que economia do país está piorando

Midiamax Publicado em 01/07/2015, às 21h32

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Deputada analisa que economia do país está piorando

Em analise ao resultado da pesquisa do Ibope divulga nesta quarta-feira (1º de julho) onde apenas 9% dos entrevistados consideraram a administração da presidente Dilma Rousseff (PT) ‘ótima ou boa’, a deputada federal Tereza Cristina (PSB) disse que a chefe do executivo nacional não tem reação sobre a crise em que o País está passando.

“O Brasil parou e ela não tem reação, ela não vem para a rua, não vem para dizer quais são os caminhos”.

A deputada avalia que a presidente está tendo o resultado do que fez durante a campanha, para Tereza Cristina a presidente Dilma não dá uma explicação para a população e com isso só aumenta a falta de credibilidade.  “Quem votou para o bem do Brasil sabe que teremos que fazer reajuste. Hoje a polarização é que foi um roubou, um estelionato eleitoral e eu também acho que ela usou armas para ganhar eleição e agora está pagando por isso”.

De acordo com Tereza, os investidores deixam de aplicar recursos no Brasil quando não veem segurança e com isso a crise só tende a piorar. A deputada analisa que a economia do país está piorando com a falta de credibilidade do eleitor com a presidente. “Nós estamos vendo que a economia está desmanchando e a economia desmancha mais a cada momento que a gente vê a falta de credibilidade da presidente e do governo dela”.

A pesquisa divulgada pelo Ibope, de acordo com o site UOL, mostrou que 9% dos entrevistados consideravam o governo Dilma como “ótimo ou bom”. A pesquisa indica ainda que 21% dos entrevistados avaliam o governo como “regular” e 68% dos entrevistados classificam o governo como “ruim ou péssimo”.

Na pesquisa anterior, divulgada em março de 2015, o percentual dos entrevistados que avaliavam o governo como “ótimo ou bom” era de 12%. Os que classificavam o governo como “regular” totalizavam 23% e os que avaliavam o governo como “ruim ou péssimo” somavam 64%. 

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