Política

Sem obrigatoriedade, Bernal e vereadores não entregaram celular

Promotor pediu celular de 17 vereadores

Midiamax Publicado em 26/10/2015, às 10h37

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Promotor pediu celular de 17 vereadores

Os vereadores ainda não atenderam o pedido do Gaeco, de apresentação voluntária de aparelhos celulares. O prazo vence amanhã e, pelo menos até hoje pela manhã, ninguém tinha entregado o celular aos promotores.

O Gaeco solicitou entrega voluntária após acusação de Jamal (PR), de que Alcides Bernal (PP) também teria oferecido vantagens para não ser cassado.  Após declaração de Jamal, o advogado de Edil Albuquerque (PMDB), Renê Siufi, solicitou apreensão dos celulares dos vereadores.

O promotor acatou a solicitação, mas solicitou entrega voluntária dos celulares de 17 vereadores, incluindo a vice-governadora Rose Modesto (PSDB) e a deputada estadual Grazielle Machado (PR). Zeca do PT e Elizeu Dionízio (PSDB) também deveriam receber a solicitação, mas não foram localizados.

Além dos já citados, foram convidados a apresentar os aparelhos os vereadores Alex do PT, Ayrton do PT, Luiza Ribeiro (PPS), Cazuza (PP), Paulo Pedra (PDT), João Rocha (PSDB), Chiquinho Telles (PSD), Delei Pinheiro (PSD), Coringa (PSD), Carla Stephanini (PMDB), Vanderlei Cabeludo (PMDB) e a suplente Juliana Zorzo (PSC).

Mario Cesar (PMDB), Edil Albuquerque (PMDB), Paulo Siufi (PMDB), Jamal (PR), Airton Saraiva (DEM), Edson Shimabukuro (PTB), Carlão (PSB), Gilmar da Cruz (PRB), Chocolate (PTB), Flávio César (PTdoB), Otávio Trad (PTdoB), Eduardo Romero (Rede Sustentabilidade) e o ex-vereador Alceu Bueno foram os primeiros a entregar o celular, mas de maneira obrigatória. O Gaeco também analisa mensagens e arquivos dos celulares de Gilmar Olarte, João Amorin e João Baird.

Os pedidos de apreensão fazem parte da Operação Coffee Break, que investiga possível compra de votos para cassação de Alcides Bernal. Segundo investigação, a cassação teria sido comandada pelo então vice-prefeito Gilmar Olarte e pelo empreiteiro João Amorin, que comandava tapa-buraco em Campo Grande.

Jornal Midiamax