Política

Prefeito diz que suposto vídeo de pedofilia é boato da ‘oposição raivosa’

Olarte alega que vídeo nunca existiu

Midiamax Publicado em 22/05/2015, às 11h34

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Olarte alega que vídeo nunca existiu

O prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), rompeu o silêncio e falou sobre problemas enfrentados recentemente na gestão. Revoltado com o que classifica como “oposição raivosa”, o prefeito rebateu críticas e falou de assunto que até o momento preferiu evitar, incluindo entre eles um suposto vídeo de pedofilia que o envolveria.

O prefeito chegou ao tema após dizer que não é insensível e que não estaria fazendo cortes de gratificações se tivesse condições financeiras. Após explicar os motivos que o levaram aos cortes, como queda nas receitas, o prefeito criticou o discurso da oposição, afirmando que alguns vivem na hipocrisia, tentando criar cenário de desgaste político e massacre emocional contra ele e a família dele.

Olarte disse que até 2013 ele era considerado gente boa, pastor e que nunca teve nenhuma mancha. Porém, em 30 dias, invadiram a casa dele com o Gaeco, procurando um vídeo de pedofilia que, segundo ele, nunca existiu,  inventado apenas para difamar a imagem dele de toda maneira.

Segundo o prefeito, opositores forjaram esta história de pedofilia e na hora de depor disseram que não tinha nada. “É uma armação tão descabida que não vai a lugar nenhum. Eu vou provar tudo isso”, garantiu.

Na avaliação de Olarte, tudo é feito com intuito de difamar a imagem dele. “Não tem rabo, vamos colar rabo nele e imputar crime”, criticou. Irritado, o prefeito disse que a tolerância acabou e que a partir de agora vai processar quem fizer fofocas ou matérias inescrupulosas.

Segundo Olarte, parte destas difamações são influenciadas por Alcides Bernal (PP), que roubou dinheiro das crianças e agora fica despeitado, entrando nos faces. “Vamos vencer as dificuldades. Seja com articulação política ou na Justiça, vamos tocar a cidade e agora com tolerância zero. Se vier com conversa fiada, vamos processar e agir, porque não temos medo”, protestou. A entrevista foi concedida ao Programa Tribuna Livre, da FM Capital. 

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