Política

Lava Jato e críticas a ajuste contribuem para a rejeição de Dilma, diz petista

Rejeição de Dilma chega a 71%

Midiamax Publicado em 07/08/2015, às 13h14

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Rejeição de Dilma chega a 71%

Falta de esclarecimento sobre o papel do ajuste, conjunto de medidas fiscais para tentar recuperar a economia, desdobramento da Operação Lava Jato e falta de articulação da bancada do PT são fatores determinantes para a queda da popularidade e crise da presidente da República, Dilma Rousseff (PT). A afirmação é do ex-governador do Estado, o deputado federal Zeca do PT.

A taxa de reprovação de Dilma superou índice do ex-presidente Fernando Collor, que registrou, em setembro de 1992, 68%, segundo pesquisa. Para o petista, também se atribui à crise o que ele chama de “caça ao PT”. “´Porque só prendem pessoas do PT”, critica. Para ele, as sucessivas derrotas que o governo tem tido na Câmara e Congresso agravam ainda mais a situação.

Pesquisa Datafolha, divulgada na quinta-feira (6), revela que a rejeição de Dilma chega a 71%, um dos piores índices registrados por um presidente. Segundo Zeca, apesar do quadro desfavorável, o cenário será revertido tão logo a economia for retomada em 2016. “Nada que não dê para ser superado. Com a retomada da economia, consequentemente se reverte este quadro”.

A pesquisa do Instituto Datafolha revelou que o apoio a Dilma passou de 10%, na anterior pesquisa divulgada em 20 de junho, aos atuais 8%, enquanto a rejeição subiu no mesmo intervalo de 65% a 71%.

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