Política

Governo volta atrás e inclui administrativos na eleição para diretor de escolas

Encaminhado em abril, projeto causou polêmica na Assembleia

Midiamax Publicado em 25/06/2015, às 11h08

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Encaminhado em abril, projeto causou polêmica na Assembleia

O governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), voltou atrás e incluiu novamente a participação de servidores administrativos no processo para eleição de diretores nas escolas estaduais, desde que façam uma prova. Em abril, o executivo havia encaminhado projeto que, dentre outros pontos, excluía o administrativo da eleição, o que causou questionamento por parte dos professores.

Na ocasião, sob protestos da categoria, o governo retirou da Assembleia o projeto, com a promessa de que reenviaria a matéria com alterações que contemplasse os professores.

Ainda segundo Azambuja, após tratativas com a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), o projeto, com as adequações, será novamente encaminhado à Casa de Leis, mas não definiu prazo.

O governador se comprometeu, ainda, que vai enviar projeto de lei que estende até 2021 os benefícios salariais dos docentes, equiparando até lá o piso nacional de 20 horas.

À matéria, já havia sido incluído ao menos cinco emendas, de autoria do deputado estadual Pedro Kemp (PT), como a possibilidade de alunos a partir dos 12 anos votarem para escolher o diretor, votação nas escolas indígenas e a inclusão dos administrativos, desde que tenham formação, no processo eleitoral.

Jornal Midiamax