Política

“Decisão justa”, diz vereador que escapou de afastamento pedido pelo MPE

Decisão saiu nesta segunda-feira

Midiamax Publicado em 23/11/2015, às 14h50

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Decisão saiu nesta segunda-feira

Um dos que poderiam ser afastados do cargo de vereador, caso a Justiça aceitasse o pedido do MPE (Ministério Público Estadual), Vanderlei Cabeludo (PMDB), considerou a decisão “justa”. O pedido de afastamento ocorreu em decorrência de fatos relacionados à Operação Coffee Break, esta, por sua vez, referente à suposta corrupção de parlamentares no processo de cassação do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP).

Nesta segunda-feira, o juiz responsável por julgar o caso, José Henrique Neiva, publicou sua decisão de não afastar os oito vereadores, por não ter encontrado motivos que justificasse o pedido. Na ação, os promotores responsáveis pela investigação disseram que a vereadora Luiza Ribeiro (PPS), estaria sendo coagida pelos parlamentares.

Isto porque, em seu depoimento, a parlamentar denuncia um suposto esquema de pagamento de propina aos legisladores desde o mandato do ex-governador André Puccinelli (PMDB), ainda como prefeito de Campo Grande.

“Nós não estamos atrapalhando a investigação, pelo contrário, temos colaborado. É uma decisão justa”, disse. 

A ação pedia o afastamento dos vereadores João Rocha (PSDB), Chiquinho Telles (PSD), Airton Saraiva (DEM), Carlos Borges (PSB), Vanderlei Cabeludo, Carla Stephanini, Paulo Siufi, ambos do PMDB, além do presidente em exercício na Câmara Municipal, Flávio César (PTdoB).

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