Política

Dagoberto diz que PT coloca pessoas intransigentes no Ministério do Trabalho

Deputado foi cobrado por presidente da FIEMS

Midiamax Publicado em 22/07/2015, às 20h55

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Deputado foi cobrado por presidente da FIEMS

Ao ser cobrado pelo presidente da FIEMS (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen, sobre ações do Ministério do Trabalho o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT) disse na tarde desta quarta-feira (22) que o partido tem apenas uma das três secretarias no ministério e que o PT (Partido dos Trabalhadores) ‘tem duas nas mãos e dá a umas pessoas intransigentes’.

Longen cobrou do deputado uma ação em relação as terceirizações. “Dagoberto tenho certeza de que o Lupi (Carlos Lupi, presidente nacional do PDT) está falando na televisão não é o seu pensamento, o Brasil precisa de terceirização”. O representante da FIEMS criticou algumas ações do Governo Federal e afirmou que a sociedade está sendo prejudicada com algumas mudanças do atual governo. “Ações estão trazendo prejuízo enorme para a sociedade, merecem nosso repúdio”.

Em sua defesa Dagoberto disse que o partido não é o único responsável pelas ações feitas no Ministério e o PT, que faz parte da base aliada, tem suas responsabilidades. “Lá no ministério tem três secretarias e nós temos só uma na mão do PDT e duas na mão do PT e dá a umas pessoas intransigentes que às vezes não conhece a realidade do país”.

Ainda em cobrança do deputado federal, Longen disse que o Governo Federal tem faltado em vários pontos e segmentos da indústria. “Não estão dando resposta, não estão respondendo aos anseios da sociedade. Vocês hoje que estão na pasta tem nos trazidos grandes dificuldade com regulamentos e normas que não tem sequer condições de serem aplicadas no Brasil, estão fechando empresas e trazendo dificuldades”, ressaltou.

O pedetista afirmou que entende algumas cobranças do presidente da FIEMS e destacou que algumas determinações estão sendo analisadas pelo Ministério do Trabalho. “São regras que seriam muito importantes para a gente atingir, mas talvez para daqui uns 50, 100 anos. Nós vamos continuar crescendo e a gente não pode prejudicar o funcionamento das indústrias. Tenho plena consciência disso Sérgio, o ministro também tem e estamos revendo muitas dessas medidas. Para a NR12 já foi criado um grupo de trabalho para reestruturar ela. Acreditamos que em pouco tempo vamos readequar isso”, concluiu. 

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