Política

Dagoberto acredita que credibilidade de Dilma está caindo por causa da crise

Deputado sugere que Governo retenha juros 

Midiamax Publicado em 01/07/2015, às 21h00

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Deputado sugere que Governo retenha juros 

Parte da base bancada aliada do Governo Federal, o deputado Dagoberto Nogueira (PDT), avalia que o baixo desempenho da presidente Dilma Rousseff (PT) na pesquisa do Ibope divulgada nesta quarta-feira (1º de julho) é por conta da crise econômica. De acordo com a pesquisa, apenas 9% dos entrevistados consideram o governo ‘ótimo ou bom’ e que 68% consideram ‘ruim ou péssimo’.

“A economia está enfraquecendo, a demissões em vários setores e junto com isso gera a inflação. O governo não atravessa um bom momento”.

Dagoberto analisa que mesmo não estando em uma boa situação com a população brasileira a presidente ainda pode reverter o quadro, uma vez que nesta quarta-feira completou seis meses do segundo mandato e ainda tem 3,5 anos para governar. “Ela tem três anos ainda para corrigir. Eu acho que esse ano é muito difícil ter um crescimento que estão falando. Acho que o país não cresce”.

O presidente regional do PDT analisa que para a presidente melhorar a situação financeira do país e a sua imagem política é necessário que faça alguns acordos com a indústria e investimentos em moradias. “Quem ela colocar dinheiro ela tem que exigir que não pode desempregar e também deve construir casas populares, esse ramo gera muito emprego e a construção ainda beneficia famílias”.

Outra alternativa que o deputado federal sugere é que o Governo retenha os juros bancários para que os consumidores não deixem de gastar. “Ela (Dilma) precisa endurecer com o Banco Central para ver se caem os juros”, concluiu.

Pesquisa

A pesquisa do Ibope foi divulgada por diversos sites nacionais. De acordo com o UOL a pesquisa mostra que 9% dos entrevistados consideravam o governo Dilma como “ótimo ou bom”. A pesquisa indica ainda que 21% dos entrevistados avaliam o governo como “regular” e 68% dos entrevistados classificam o governo como “ruim ou péssimo”.

Na pesquisa anterior, divulgada em março de 2015, o percentual dos entrevistados que avaliavam o governo como “ótimo ou bom” era de 12%. Os que classificavam o governo como “regular” totalizavam 23% e os que avaliavam o governo como “ruim ou péssimo” somavam 64%. 

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