Política

Contrato de R$ 2,9 milhões motivou prisões de Amorim, Giroto e mais sete

MPE evitou detalhes 'em respeito à intimidade' dos presos

Jessica Benitez Publicado em 10/11/2015, às 18h11

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MPE evitou detalhes 'em respeito à intimidade' dos presos

O MPE/MS (Ministério Publico Estadual) instaurou investigação para apurar prejuízo de quase R$ 3 milhões aos cofres públicos devido a obra pagas e não executada em rodovias estaduais. Tanto que nesta terça-feira (10) nove mandados de prisão foram cumpridos, entre os detidos estão o ex-secretário de Obras e ex-deputado federal, Edson Giroto e o empreiteiro João Amorim, proprietário da Proteco Engenharia. 

A decisão partiu de promotores de Justiça que integram a chamada força-tarefa. De acordo com o MPE outros detalhes da da apuração, bem como dos investigados, não podem ser revelados porque tudo corre sob sigilo. As investigações contam com o apoio da Controladoria-Geral da União e da Polícia Federal, entre outras Instituições.

A força-tarefa é um desmembramento estadual da Lama Asfáltica, que investiga suposto esquema de desvio de verbas públicas em diferentes esferas do poder público. As prisões de Átila Garcia Gomes Tiago de Souza, Elza Cristina Araújo dos Santos, Maria Wilma Casanova Rosa, Maxwell Thomé Gomez, Rômulo Tadeu Menossi, Wilson Cabral Tavares e Wilson Roberto Mariano de Oliveira também foram decretadas.

A decisão refere à licitação de contrato da Proteco que tinha a obrigação de “recuperação da estrutura da faixa de rolamento da rodovia MS-228, com aplicação de revestimento primário e implantação de dispositivos de drenagens, numa extensão de 42 km – Local: Rodovia MS-228, entre Km 35,0 e Km 77,0, no município de Corumbá. Foram pagos R$ 2,9 milhões pelo Governo do Estado.

Jornal Midiamax

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