Política

Câmara pode ganhar outro vereador com pouco mais de 2 mil votos

Suplente assumirá vaga se Alceu for cassado ou renunciar

Midiamax Publicado em 25/04/2015, às 13h58

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Suplente assumirá vaga se Alceu for cassado ou renunciar

Na próxima semana a mesa diretora da Câmara de Campo Grande deve abrir uma Comissão Processante para julgar o caso do vereador Alceu Bueno (sem partido), indiciado por favorecimento à exploração de menores.  A comissão ouvirá o vereador e pode cassá-lo, caso fique comprovada a quebra de decoro parlamentar.

Caso Alceu seja condenado, a Câmara ganhará outro vereador que conseguiu pouco mais de 2.000 votos na eleição. Se confirmada a cassação, a vaga ficará com Roberto Santana dos Santos, do PTC, também conhecido como Betinho.

Nascido em Altônia, no Paraná, Betinho tem 35 anos e conquistou 2.400 votos na eleição em 2012. Ele foi candidato a deputado estadual no ano passado pelo PTC, quando conquistou 2.928 votos.

Betinho será o vereador com menos votos a conseguir a vaga. No momento esta marca é do vereador Chocolate (PP), que teve 2.508 votos. Chocolate, assim como Betinho, são ajudados pelos votos dos demais candidatos, já que leva-se em conta todos os votos dados a coligação.

Ontem (25) o ex-governador André Puccinelli (PMDB) criticou a atual legislação eleitoral, que permite casos como este, onde alguns candidatos com mais votos ficam de fora. Este foi o caso de Magali Picarelli (PMDB) e Loester (PMDB), que conseguiram mais de cinco mil votos e perderam a vaga para Chocolate, que conseguiu metade dos votos deles. Se confirmada a cassação, Betinho ficará com a vaga, mesmo tendo menos votos que outros 13 candidatos.

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