Política

Siufi e Luiza discutem por nomeações de Olarte e vereadora reclama de apelido

Os vereadores Paulo Siufi (PMDB) e Luiza Ribeiro (PPS) discutiram durante a sessão desta quinta-feira (29) por conta das nomeações feitas na Prefeitura de Campo Grande nos últimos dois meses de pessoas ligadas ao ex-prefeito Nelsinho Trad. Leandro Mazina é funcionário concursado, mas foi designado para o cargo de Coordenador I e a mulher do […]

Arquivo Publicado em 29/05/2014, às 15h09 - Atualizado em 13/07/2020, às 10h51

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Os vereadores Paulo Siufi (PMDB) e Luiza Ribeiro (PPS) discutiram durante a sessão desta quinta-feira (29) por conta das nomeações feitas na Prefeitura de Campo Grande nos últimos dois meses de pessoas ligadas ao ex-prefeito Nelsinho Trad.


Leandro Mazina é funcionário concursado, mas foi designado para o cargo de Coordenador I e a mulher do ex-diretor do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) Ronaldo Perches, que foi exonerado após o escândalo da Máfia do Câncer, Rita de Cássia Locci Ferreira Queiroz foi nomeada como DCA-5 também na Secretaria Municipal de Saúde.


Siufi defendeu Mazina e disse que o caso não é de nomeação, já que ele é concursado e citou que o ex-prefeito Alcides Bernal o culpa pela sua cassação. “Não tenho medo de Bernal. Ele perdeu o cargo por causa dos seus desmandos e de corrupção”.


O vereador comentou a declaração de Luiza Ribeiro ao Midiamax, alegando que Mazina é uma pessoa digna e que foi alvo de perseguição na gestão de Bernal, Por fim, ele chamou a vereadora de “catraquinha”.


Irritada, Luiza afirmou que não colocou apelido em ninguém. “Até fui reler a matéria e vi que o chamei de Doutor Leandro Mazina. Ele é uma pessoa digna? Então tem o dever de mostrar tirar dúvidas gravíssimas da população em relação a sobrepreço de medicamentos e a questão do Gisa”.


Siufi pediu desculpas à Mesa diretora e solicitou que o apelido fosse retirado da pauta e foi contra-atacado pela vereadora. “Você tem que pedir desculpas para mim e não para a Mesa”. Paulo Siufi disse que não aceitaria ordens da vereadora.


“Também não aceito suas imposições só porque você é forte e maior que eu. Sou paga com recursos públicos e é minha prerrogativa atuar como vereadora e ser respeitada”, concluiu.

Jornal Midiamax