Política

Puccinelli se cala sobre vitória de Alcides Bernal no TSE que confirmou candidatura do PP

Não comento sobre política. Estou guardando minhas energias para outras coisas”, declarou o governador André Puccinelli (PMDB) nesta terça-feira (16).

Arquivo Publicado em 16/09/2014, às 12h39

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Não comento sobre política. Estou guardando minhas energias para outras coisas”, declarou o governador André Puccinelli (PMDB) nesta terça-feira (16).

“Não comento sobre política. Estou guardando minhas energias para outras coisas”, declarou o governador André Puccinelli (PMDB) nesta terça-feira (16) ao ser questionado sobre a vitória de Alcides Bernal (PP) no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), após o ministro Gilmar Mendes deferir o pedido de registro de candidatura para que o ex-prefeito concorra ao Senado.


Alvo das críticas do candidato após ter sido cassado pela Câmara de Campo Grande, Puccinelli resolveu se esquivar da pergunta no mesmo dia em que os deputados da Assembleia devem definir o relator do ofício do STJ (Superior Tribunal de Justiça) para avaliar se ele será blindado ou não em um processo que envolve o ex-prefeito da Capital.


Em março deste ano, durante uma agenda oficial, o governador Puccinelli declarou: “lá em Campo Grande, o ex-prefeito Alcides Bernal não foi derrubado por um golpe. Ele caiu porque é um ladrão e montou uma quadrilha para roubar a prefeitura”. 


O governador foi processado por Bernal e agora o STJ aguarda decisão da Casa de Leis para autorizar o processo. Na semana passada, após 40 dias desde que chegou à Assembleia Legislativa, o ofício do STJ voltou à estaca zero do trâmite de análise por parte dos deputados estaduais.


Isto porque a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) entendeu que houve equívoco por parte de Márcio Monteiro (PSDB), nomeado inicialmente relator do pedido, que foi lido na mesa diretora da casa em 6 de julho. Evocou a responsabilidade sem que ela tivesse sido votada pelo colegiado interno da Assembleia.


Hoje os deputados devem votar pela relatoria do processo e, a partir de então, entra-se novamente no rito, sem data para terminar.

Jornal Midiamax