Um homem foi detido, na manhã desta quinta-fera (3) ao ser flagrado cooptando passageiro na rodoviária de Campo Grande, para transporte ilegal de pessoas. O homem, assim como outros oito, que estão na mira da Polícia Civil e do Ministério Público, levam passageiros de carro para outras cidades de forma insegura.
O motorista em questão faz normalmente o trajeto Corumbá-Campo Grande. Ele abordava pessoas na própria rodoviária e cobrava de R$ 180 a R$ 200 por pessoa. Ele já tinha sido autuado pelo mesmo crime.
A investigação envolveu investigadores à paisana na rodoviária, que encontraram o homem. Ele, o carro, um Fiat Argo, de cor branca, e os passageiros foram levados para a delegacia. No carro, foram encontradas folhas de cocaína.
Dos três passageiros levados para prestar esclarecimento na delegacia, dois vieram de Londrina, no Paraná.
Um dos passageiros é uma mulher, Roseli Pereira dos Santos, 28 anos, ela contou que chegou de Londrina de ônibus, e que foi abordada pelo homem, pagando R$ 200 para visitar a irmã em Corumbá.
“Ele me abordou na rodoviária, disse que fazia viagem para Corumbá, e como era mais rápido que o ônibus eu aceitei. Ele disse que ia buscar mais um casal, aí quando paramos para pegar outro passageiro, a polícia chegou”, disse.

Segundo o delegado da Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo), Reginaldo Salomão, o motorista é recalcitrante, já foi conduzido inúmeras vezes para a delegacia, uma delas, transportando pessoas com droga.
“Mas qual é o grande problema? Não tem seguro, o número de passageiro é maior, se acontecer um acidente, essas pessoas ficam desasseguradas. O carro não se amolda toda a legislação para transporte, ele não tem registro, ele já foi autuado pela AGEMS dezenas de vezes. Aí veio uma ordem do Ministério Público Federal para que a DECOM reprima, não só o caso dele, como todos os casos”, explicou, dizendo que haverá um trabalhando constante para evitar esse tipo de serviço ilegal.
O homem terá o carro apreendido, vai ser autuado por exercício ilegal de opção, vai assinar o exercício ilegal e a desobediência, porque ele foi notificado mais de uma vez pela Agems (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul).
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